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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Federação dos Bombeiros do Distrito de Lisboa tenta que o governo revogue o Despacho nº 117/2005.


A Federação dos Bombeiros do Distrito de Lisboa esta a tentar que o governo revogue o Despacho nº117/2005, que obriga os bombeiros em regime profissional a descontar sobre o valor recebido pelo trabalho no DECIF.

Em carta dirigida ao senhor Secretário de estado dos Assuntos Fiscais, Dr. Paulo Núncio, a Federação dos bombeiros do Distrito de Lisboa, argumenta que às associações de Bombeiros são meros intermediários entre a ANPC e os operacionais, acusa de serem usadas como, barrigas de aluguer pela ANPC, e alertam que o Despacho 117/2005 não venha ser alterado irá existir grande dificuldade de manter o DECIF em 2013.

Independentemente do governo se preparar para alargar aplicação do IRS aos voluntários que integram as equipas do DECIF 2013, é de louvar a iniciativa da Federação dos Bombeiros do Distrito de Lisboa, a única Federação de Bombeiros a tomar iniciativa para  resolução de um problema nacional, onde a LBP e as outras Federações dos Bombeiros mostram uma inercia suspeita sobre em resolver esse e outros problemas que afetam os bombeiros a nível nacional.







Autor Fénix
 http://voo-da-fenix.blogspot.pt/

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Privatização do socorro pré-hospitalar.


O estado deverá “abrir a gestão de cuidados (de saúde) primários a cooperativas de profissionais, entidades privadas ou sociais, aumentando a oferta deste nível de cuidados.

Entrevista de Pedro Passos Coelho em 2011 e do programa eleitoral do PSD.

 O tema deixou de ser TABU, o governo muito em breve ira abrir mão do socorro pré-hospitalar às empresas privadas, uma politica que lentamente tem sido aplicada sem grande oposição das entidades responsáveis.

O projecto conhecido por poucos teve durante anos metido numa gaveta de um secretário de estado, que começou a ser aplicado a alguns anos. Atualmente já temos, helicópteros, VMERs e ambulâncias que fazem socorro pré-hospitalar geridas por empresas privadas, protegidas por símbolos de fachada das entidades responsáveis pelo socorro, onde num futuro muito próximo todos os meios irão passar para entidades privadas através de contratos de concessão.

   Outro grande passo importante que esta a ser dado é na área da formação, toda a formação na área do pré-hospitalar irá passar para empresas privadas, pondo um ponto final na grave lacuna camuflada da falta de formação nessa área a nível nacional, passara existir formação em quantidade e qualidade suficiente para a necessidade do país, mas vai ser paga e bem paga, os tempos de tirar formação para fins curriculares para nunca se aplicar tem os dias contados, o que ira originar a profissionalização de todo o sector, porque será impossível financeiramente para as entidades responsáveis formar pessoas para depois trabalharem em outras áreas sem ser naquela para a qual receberam formação.

O problema da fiscalização é outro problema em fase de resolução, os agentes de autoridade já algum tempo vem a receber formação complementar a nível legal nessa área, o tempo de andar a afazer serviço de socorro pré-hospitalar sem pessoas sem qualificações tem os dias contados e pode sair caro, quer às entidades que as detêm ou quem faz o serviço fazendo-se passar por outro, e as coimas são altas para os infractores de ambas as partes, situação que em vários distritos já esta a ser aplicada, onde tripulações são alvo frequentes de fiscalização por parte das entidades policiais, onde foram aplicadas multas avultadas pelo incumprimento legal do diploma que rege o transporte de doentes.

Em resumo, esta em curso uma reestruturação silenciosa de todo o sector da emergência pré-hospitalar em Portugal, uma reestruturação que irá acabar com os atropelos da lei nessa área. 


Autor Fénix

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Alteração de decreto-lei pode levar ao encerramento de dezenas de corpos de bombeiros.


Já não bastava a grave crise económica que esta afectar os corpos de bombeiros a nível nacional, a alteração ao decreto-lei 248/2012 de 21 Novembro, artigo 4.º alinha 5- A extinção de um corpo de bombeiros pela ANPC tem em conta os fatores previstos no n.º 3 e pode ter lugar quando esse corpo de bombeiros, de forma continuada e prolongada no tempo, tenha deixado de assegurar o pleno cumprimento das suas missões, careça dos recursos materiais e dos recursos humanos aptos, qualificados e habilitados, necessários ao cumprimento dessas missões ou desenvolva a sua actividade de forma que viole gravemente as normas que lhe são aplicáveis pode levar ao enceramento, situação que pode levar o encerramento de dezenas de corpos de bombeiros por perda de capacidade operacional.

É do conhecimento geral, que muitos corpos de bombeiros não tem nenhuma capacidade operacional, não passam de quartéis de bombeiros virtuais, vazios de recursos humanos qualificados e materiais, que não asseguram os serviços mínimos de socorro às suas populações.

São situações graves, que violam a leis, desde omissão de auxílio, socorro praticado por pessoas sem qualificações, que colocam em perigo quem necessita de socorro e quem socorre.

Algumas dessas situações são verdadeiros casos de polícia, outras é o resultado da falta de uma política de incentivos aos voluntários e a falta de financiamento para ter profissionais para assegurar um serviço mínimo dentro dos moldes legais
.
A alteração do decreto-lei, não faz parte da solução, mas a solução final da incompetência governamental, que não soube criar mecanismos de fiscalização do sector, não criou incentivos ao voluntário nem criou mecanismos financeiros manter serviços mínimos nesses corpos de bombeiros, invés disso criou critérios legais para o encerramento rápido desses quartéis de bombeiros, criando uma ilusão colectiva nas populações locais, que existira um socorro melhor, mesmo sabendo que esse socorro não será efectuado em tempo útil de salvar quer o que seja.

Fénix

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Às primeiras horas de 2013 milhares de bombeiros passaram para o quadro de reserva.


Às primeiras horas de 2013, milhares de bombeiros em regime voluntário passaram automaticamente para o quadro de reserva.
Assim determina a portaria do 571 de 3 Julho 2008 do MAI, no artigo 4º 1- Para efeitos de permanência na situação de actividade no quadro, bem como para obtenção dos direitos, benefícios e regalias previstos no regime jurídico dos bombeiros portugueses, é obrigatória a prestação anual do tempo mínimo de duzentas e setenta e cinco horas de serviço operacional, sendo, no mínimo, cento e quarenta horas de socorro, simulacro ou piquete e setenta horas de formação e instrução.

Assim durante o ano de 2012 competia aos senhores comandantes dos corpo de bombeiros assegurar o registo tempestivo do serviço operacional no Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses, bem como a sua inclusão no processo individual de bombeiros.

A introdução de dados fictícios no sistema RNBP é considerada crime.

Os bombeiros que não cumprirem os requisitos mínimos de serviço operacional nem de formação passam automaticamente para o quadro de reserva, quadro que não permite aos bombeiros fazerem qualquer serviço operacional.

Se a portaria é justa?

Os bombeiros não se pronunciaram contra, nem tomaram qualquer medida para alterar algum item da portaria, assim a portaria é justa para a grande maioria dos bombeiros que não a cumprem, mas é injusta, principalmente para aqueles bombeiros que tiveram três vezes ou mais horas de serviço operacionais e não atingiram o número mínimo de horas de formação anual, porque não tiveram capacidade de dar mais tempo do seu tempo de laser por excesso de tempo operacional para formação ou a formação não foi disponibilizada pelos seus comandantes.

Assim somente falta saber quantos bombeiros existem afinal em Portugal que cumprem.


Fénix

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A última linha de defesa da ANPC.


Quando uma estrutura de socorro de um país deixa de ter capacidade de proteger os seus cidadãos, cabe aos cidadãos a obrigação cívica defender as suas famílias, os seus bens e o seu país.

Só me lembro de uma vez um alto dirigente da ANPC informar os cidadãos que os bombeiros portugueses não tinham mais meios para fazer face ao inúmero incêndios que ocorriam em Portugal, enquanto isso dezenas de povoações a estavam cercadas pelas chamas sem qualquer assistência, a única coisa que o governo fez foi pedir ajuda internacional, ignorando completamente os cidadãos e os meios existentes no seu país.

Enquanto isso via-se nas televisões, grupos de cidadãos sozinhos defenderem os seus bens e o seu país com meios mecânicos pessoais e das empresas, muitos deles tinham vindo de outras freguesias, de outros concelhos até de outros distritos, de uma forma descoordenada mas organizada, davam apoio a nível logístico, disponibilizando bens alimentares e bens mecânicos, criando estruturas de apoio às vitimas e a quem combatia as chamas, ajudavam no combate, nos rescaldo e na vigilância.

A ANPC e os SMPC sempre ignoraram esse tipo de apoio, preferem pedir apoio internacional, ou deslocar meios de outras partes do país para acudir as populações locais, uma situação muito demorada, ignorando completamente a requisição civil, como se o país não tivesse mais nada além dos meios afectos á ANPC.

Portugal tem aos seus dispor milhares de meios nas mãos de entidades públicas e privadas, que podiam ser usados em caso de necessidade das populações em situações de excepcionais, mas para isso os Serviços Municipais de Protecção Civil deviam de fazer um levantamento exaustivo e periódico dos meios existentes nos seus concelhos, criando parcerias e acordos com os detentores desses meios, como dar a iniciativa de organizar e formar a população civil, na constituição de grupos de cidadãos que localmente em situações de excepção podiam dar apoio no socorro das suas comunidades até a nível nacional, porque são eles a ultima linha de defesa  da ANPC quando os meios de socorro deixam de ser insuficientes.


Fénix

terça-feira, 24 de julho de 2012

O incêndio no Algarve foi somente uma tragédia anunciada.



Arderam cerca de 20 mil hectares de mato, sobreiro e de espécies de crescimento rápido e de lucro fácil, como o eucalipto e pinheiro, além de ter destruído um número indeterminado de habitações e causado graves prejuízos a nível económico e ambiental.

Aponta-se o dedo normalmente aos suspeitos do costume ao “bombeiros e a ANPC”, negligência no combate, deixando os verdadeiros culpados na sombra, porque o combate aos incêndios é mais mediático, e serve para nunca aprofundar o problema fulcral, como foi possível arder essa vasta área de território nacional.

Até quando não iremos pedir responsabilidades do sucedido aos senhores presidentes de Câmaras Municipais, presidentes de Juntas de Freguesias, Autoridade Nacional Florestal, Forças de segurança, etc.

Que permitem vastas áreas do território nacional continuem sem qualquer ordenamento, não aplicam medidas de prevenção, não aplicam as leis nacionais, que permitiam que situações como aconteceram em Tavira nunca pudessem acontecer.

De tanta coisa que foi dita e escrita somente uma ficou na memória “ como isto estava, já se esperava um fim destes”.

Fénix

segunda-feira, 16 de julho de 2012

COMUNICADO José Martins Ex comandante dos Bombeiros de Sacavém


COMUNICADO
Depois de observar em diversas peças da comunicação social, variados artigos alusivos aos acontecimentos protagonizados pelos Bombeiros do Corpo de Bombeiros (CB) de Sacavém e tendo sido Comandante até 14 do passado mês de Junho desse distinto CB, cumpre-me por bem divulgar alguns factos que até ao momento não detetei vertidos nas transmissões e que possibilitarão de forma pertinente, enquadrar devidamente a situação.

A instablidade que se verifica entre os Bombeiros e a entidade detentora, vem desde alguns anos a esta data, perfeitamente identificada pelos atos e condutas que foram sendo apontados em diversas situações, como lesivas para o regular funcionamento e operacionalidade do CB.

O Comando tomou várias iniciativas que foram desde reuniões (2011), com a Direção, por vezes com a presença dos srs Presidentes dos Orgãos Sociais, outra com o sr Presidente da Camara de Loures com o respetivo Serviço Municipal de Proteção Civil e srs Presidentes de Junta de Freguesia da área de atuação do CB, tendo sempre sido demonstrados os atos de gestão não consentâneos com a vida do CB e a missão de socorro respetiva, razão que levou a passarem pelo Comando de forma recorrente, vários Comandantes (efectivos e interinos), tendo a maioria abandonado de vez o CB de Sacavém (Luis Gouveia, Luis Abreu, Rui Alves, Rui Santos e José Martins), contráriamente ao que se vê difundido. De todo o desenvovimento destas reuniões foi o sr Comandante Operacional Distrital – Dr Elisio Oliveira, sempre devidamente e pontualmente informado pelo Comandante.

Devido à gravidade de algumas situações expostas, foi referido pelo sr Presidente da Mesa da Assembleia da Associação, no decorrer de uma Assembleia que iria ser convocada uma nova Assembleia eleitoral para os fins julgados convenientes, o que pareceu ser uma solução para toda a situação, mas alguns dias depois foi afixado um documento pela entidade detentora contrariando tudo o que tinha sido afirmado e mantendo a firme posição de coação junto do Comando e Corpo Ativo, instaurando um processo de averiguações ao Comandante que se encontra em desenvolvimento. Após esta falta de verticalidade e caráter restou ao Comandante a decisão da demissão depois de informar todo o CB, é no entanto de realçar que o sr Presidente da Direção suspendeu as suas funções conforme documento anexo, resultado das confrontações com as provas e factos a que foi sujeito e da exposição interna da situação respetiva, apelidada de “últimos desenvolvimentos internos”, sempre pautando o Comando por dirimir os assuntos apenas e só internamente.
Diante de tudo o que se passava apenas as palavras de conforto e compreensão mas as necessárias soluções teimaram em aparecer o que levou a que o Comandante pedisse a exoneração do cargo por não poder corresponder à altura aos seus homens e não querer ser conivente com a conduta observada. Compreende-se que a Câmara ou a ANPC não possuam mecanismos para a resolução, mas tudo foi tentado e em verdade se pode afirmar que os Bombeiros Voluntários não podem ser ouvidos institucionalmente pois apenas se representam pelas entidades detentoras respetivas e quando o pretendem fazer, restam-lhes os passeios, as entrevistas, a entrega do equipamento ou em ultimo caso a demissão.

O despoletar de toda a situação, bem como as razões que levaram à deterioração das relações, tem que ver com alguns aspetos fulcrais entre muitos outros que foram sendo identificados, destacando-se os seguintes:

·         Violação da correspondência do Comandante, onde se destacam os processos de vistoria de Segurança Contra Incêndios em Edifícios que como é do conhecimento geral são constituídos pelas várias peças de plantas, alçados, pormenores de construção etc…, a gravidade advém de que tratando-se de instalações com caraterísticas de alguma criticidade em termos de segurança, como o caso de bancos, farmácias, laboratórios ou outros, deve a documentação obedecer a um tratamento de reserva imperativa, o que era contrariado por indicação expressa do sr Presidente da Direção;

·         Violação da correspondência pessoal do Comandante, sendo-lhe incrivelmente apostos despachos pelo sr Presidente da Direção, tendo uma das vezes existido um pedido de desculpas;

·         Furto de correspondência dirigida ao Comandante, tendo sido o sr Presidente da Direção confrontado com esses factos e respectivas provas que originou posteriormente o processo de averiguações ao Comandante com vista ao modo de obtenção do documento (dirigido ao Comandante);

·         Repetitiva ultrapassagem de prazos nos documentos, por razões alheias ao Comando, culminando em consequências gravosas para a operacionalidade, podendo-se referir os exames psicotécnicos para averbamento do “Grupo 2”  nas cartas de condução que expiraram o prazo ou a falta de apresentação de viatura a inspeção por falta de informação do sr Presidente da Direção, entre outros casos do quotidiano;

·         Tomadas de posição do sr Presidente da Direção contrárias aos desígnios dos Bombeiros de Sacavém em particular, e das Associações em geral junto do Secretariado do Concelho de Loures, culminando em situações algo constrangedoras, obrigando o Comandante do CB a tomar posições de alguma firmeza apoiado pelos restantes elementos presentes, tendo surgido situações de acusação, por parte de elementos de outra Associação, de politização do teor das discussões, culminando em posições manifestamente isoladas do sr Presidente da Direção no seio das referidas reuniões;

·         A constante falta de definição da área de quartel por parte da entidade detentora sempre permitiu alguma promiscuidade entre o publico em geral e toda a área operacional, tendo em conta algumas zonas concessionadas, permitia-se que no caso de um restaurante existente dentro das instalações fosse causador de ruído anormal em períodos de descanso, de festas e livre circulação do público pelas zonas que deveriam ser excluivas dos Bombeiros como as camaratas, balneários, zonas de lazer ou outras, chegando por vezes a desaparecer algum material e equipamento de serviço ou por vezes particular;

·         Quando o sr Presidente chama a si o protagonismo da operacionalidade do material e equipamento, todo o Corpo de Bombeiros é conhecedor que vários Comandantes e os próprios Bombeiros diligenciaram e se empenharam em repor a operacionalidade no mais curto espaço de tempo possivel aos equipamentos, avariados ou sinistrados, por vezes contrariando o sentido da decisão da Direção que de forma conveniente tentava liderar situações pouco convenientes para a operacionalidade do CB;

·         A presença do sr Presidente da Direção na zona operacional (quartel!!) na hora da formatura de entrada de serviço, em dia de greve, para conferir junto do Chefe de Serviço as variadas situações, colocando em greve pessoal assalariado contra a respetiva vontade, caso que foi manifestado pelo Comandante e sempre rebatido ou branqueado com interpretações turvas;

·         Em dia anterior a greve foi entregue aos Chefes de Serviço, pelo delegado sindical, uma listagem com os serviços mínimos, presenças previstas e faltas, por indicação expressa do sr Presidente da Direção, questionado sobre o assunto pelo Comandante, respondeu que não era preciso qualquer preocupação que estava tudo controlado. O assunto mereceu mais alguns desenvolvimentos no âmbito da responsabilidade opreracional do Comandante mas sempre com enorme resiliência por parte deste;

·         O pedido do sr Presidente da Direção para que fosse apresentada à Direção a formatura da recruta, ao que o Comandante retorquiu que nos Bombeiros a organização assenta na Unidade de Comando e Comandante só existia um, poderia sim e muito bem, efectuar uma formatura geral, com todo o CB, e com a presença dos Orgãos Sociais mas nunca apresentar a formatura da recruta ao sr Presidente da Direção, desejo este manifestado mais de uma vez;

·         Para o sr Presidente da Direção é normal uma viatura circular em serviço apenas com um tripulante quando o mínimo são dois Bombeiros, tendo chegado a dar essa ordem à revelia do Comandante, desafiando as hierarquias de serviço de forma manifestamente imperativa e absoluta;

·         Aguarda-se a aquisição, entre outros, de fardamento e um motor para um barco que dele necessita mas quanto a fardamento foi referido que os casacos de abafo previstos para 2010, talvez não fizessem assim tanta falta, ou que as calças apenas se adquiriram para metade do efetivo continuando o motor a aguardar. Não se podem efectuar entretanto bailes dançantes com conjuntos de renome, dispendendo recursos em momentos lúdicos em prejuízo de outras prioridades do CB;

·         Com o aval do sr Presidente da Direção e independentemente de justificações proferidas á posteriori, um funcionário civil da Associação, efetuou serviço de Bombeiro conduzindo uma viatura caraterizada (Ambulância) sem que para tal estivesse autorizado pelo Comandante. Este facto mereceu acesa troca de argumentos visto que se trata de um funcionário que possui uma categoria fora da hierarquia dos Bombeiros, enquadra (chefia) um conjunto de Bombeiros por ordem da Direção, afetos a um determinado serviço, tem igualmente um conjunto de meios (ambulâncias) ao seu dispor e atua operacionalmente à revelia de tudo o que se encontra firmado superiormente nos quadros legais. Existem constantes altercações pelo não acatamento de ordens por parte dos Bombeiros, criando-se assim um ambiente avesso à harmonia, à criteriosa gestão do serviço, aos mais elementares fatores de coesão de um Corpo de Bombeiros e principalmente uma das basilares razões da saída do Comandante entre várias;

·         O quotidiano de um Comandante que necessita de autorização para tirar uma cópia a cores, para mandar lavar um equipamento de proteção individual ou que vê entrar no quartel uma Ambulância nova sem qualquer auscultação, manifestação de necessidade ou um aviso prévio, só pode ter um destino, ser honesto para com os seus princípios e demitir-se, não sem antes diligenciar com todo o seu saber para  criar um espaço de sã convivência dentro do seu CB e de forma transparente transmitir aos seus elementos as realidades;

·         Quando um titular de cargo dos Orgãos Sociais se pronuncia pelo desempenho técnico dos Bombeiros, junto do respetivo Comandante, quer quanto aos procedimentos ou quanto ao material utilizado parece talvez ingerência, mas participar presencialmente num teatro de operações impondo a respetiva presença é de certeza motivo mais que certo para definir o modelo de atuação vigente;

·         Os Corpos de Bombeiros possuem entre outros, alguns símbolos, personagens, hábitos ou outros que se constituem como o seu património cultural ou tradições. Qualquer manobra invasiva destes aspetos é tido como um assalto ou invasão do espaço próprio do Bombeiro Voluntário. No caso de Sacavém, foram os seus Bombeiros espoliados do seu símbolo ou emblema que garbosamente ostentavam ao peito, por tal razão entendeu o Comandante encetar as diligências no sentido da reposição do emblema que por todos fosse entendido como herdeiro das tradições do CB, tendo para tal sido apoiado por todo o Corpo de Bombeiros de forma entusiasta e incondicional, este desiderato foi atingido mas com muitos obstáculos que dolosamente retardaram os efeitos pretendidos, tendo os Orgãos Soiais continuado a utilizar um emblema estranho à Associação e ao Corpo de Bombeiros. Outro caso, o do padroeiro dos Bombeiros, S. Marçal que tendo os Estatutos da Associação visto a laicidade como caraterísta respetiva, rápidamente surgiram obstáculos, mal entendidos, diz que disse e tudo porque se pretendia batizar uma embarcação com o nome do Santo Padroeiro, culminando com a falta do motor para o barco assim se resolve algo que foi tido como problema pois não havendo motor o barco não sai, se não sai não precisa de batismo. É evidente a estratégica manobra maquiavélica de se atingirem determinados fins pisando e espezinhando quem quer fazer um serviço de voluntariado e que quando se pronuncia ou se quer fazer ouvir é considerado grevista;

·         A nobreza de caráter dos homens que hoje desfilam contra um tipo de gestão de definição impercetível, nunca poderá ser colocada em questão por quem desconhece os pormenores e o desgaste de toda a situação criada pelo sr Presidente da Direção. Se por exemplo referir que no último aumento salarial efetuado aos Bombeiros Voluntários assalariados, um dos empregados foi chamado para que lhe fosse transmitido o reconhecimento pelo seu mérito traduzido no aumento do seu salário em 0.27€ (VINTE SETE CÊNTIMOS), sim é verdade apenas dá para uma carcaça, ou antes é uma atitude manifestamente persecutória como outras em que um serviço de socorro prestado a um familiar de um voluntário foi faturado pela totalidade ou serviços prestados a elementos da Direção ausentes de faturação, factos com os quais os elementos convivem diáriamente;

·         O pedido do Comandante para que o Comando pudesse participar nas reuniões de Direção apenas e só para poder opinar sobre os assuntos respeitantes ao Corpo de Bombeiros foi entendido como uma intromissão tendo sido referido que “assim a Direção não podia deliberar à vontade” no entanto foi o Comando convidado a assistir a uma reunião trimestral para embelezamento da situação, destacando que se trata de uma das maiores Corporações em termos de serviço e que o volume de empenhamento é elevadíssimo;
·         Quando se vê espelhado que a Associação tem 45 empregados, convém referir que 10 não são Bombeiros e que a proposta de fundamentação para o Quadro Orgânico não é cumprida pela Associação tendo o efetivo operacional de cada Grupo Permanente de Bombeiros, sido reduzido de 10 para 8 elementos, traduzindo tudo poder-se-á dizer que durante o horário normal de trabalho existem 8 elementos para o serviço operacional, 2 elementos para administração e formação e 1 telefonista totalizando 11 Bombeiros tendo a Direção ao seu serviço 10 não bombeiros diáriamente ao serviço. Pela proporção identificam-se algumas causas possivelmente da matriz de gestão organizacional geradoras de insastifação por parte do CB;

·         Quando se lê em comunicados que a Direção identifica no movimento dos Bombeiros uma tentativa de assalto ao poder (Comando), tal não corresponde ao que efetivamente se passa pois são cargos de nomeação efetuados pela entidade detentora e trata-se de uma manobra de gestão de informação ou talvez intoxicação pois como Comandante e interveniente como vítima das macabras e tortuosas decisões, panfletos, comunicados e como conhecedor dos elementos que compôem o CB, apenas posso referir que existem Bombeiros descontentes com a gestão e se não estão descontentes com a gestão será um caso sério de investigação pois existiram promessas de emprego em se remeteu ao Comandante para opinar apenas de forma conveniente, uma vez que se tratavam de pessoas que não podiam ser contratadas, destes factos foi dado conhecimento ao na altura sr Vice-Presidente Avelino Santos que pelas razões óbvias e que muito bem entendeu, se demitiu uns dias antes do Comandante;

·         Para finalizar revejo-me na posição tomada pelo Corpo de Bombeiros e apoio de forma incondicional que se trabalhe para levar a necessária tranquilidade a uma casa de respeito, não me revendo sinceramente na posição do Exmo sr Cmdt Marta Soares, exposta num diário que desconhecendo os pormenores criticou os Bombeiros, sugerindo uma mesa para resolver os assuntos. Muitas mesas foram visitadas nesse sentido, mas compreendo que a Liga como representante das Associações assuma a posição de elevação destas em detrimento dos Voluntários que apenas querem ser ajudados por quem não existe, restando-lhes o direito à indignação, com todo o respeito e consideração institucional e pessoal que o Exmº Sr Comandante Jaime Marta Soares, dignissímo Presidente do Conselho Executivo da LBP, me merece. Não acredito que enquanto Comandante, ninguém se reveja nas situações supra mas isso são os pormenores do Comandante que as vivenciou e muitas mais haveria para identificar.
Após a demissão e abrindo espaço para que nascesse uma solução dentro da Associação, afastei-me totalmente mas o meu nome foi utilizado, à minha revelia, em comunicados da Direção, tendo sido abordado pelo sr Dr Dionísio (advogado da Associação) mandatado (?) pela Direção com um presumível processo de averiguações, optando por de forma transparente e em nome da verdade informar o sr Presidente da Mesa da Assembleia da Associação que iria responder a toda a comunicação social e evidenciar tudo o que durante a minha permanência identifiquei como pertinente para tal. A actuação do Serviço Municipal de Proteção Civil da Câmara Municipal de Loures, bem como o Comando Distrital de Operações e Socorro do distrito de Lisboa, sempre se disponibilizaram através dos respetivos responsáveis, no sentido da consecução dos objetivos e da minimização das consequências de forma transparente e permanentemente disponível, observando as respectivas atribuições legais.

Para finalizar e após o acima exposto, com a demissão do sr Vice-Presidente Avelino Santos e do Comandante, com mais de 60 Bombeiros na rua e na comunicação social a abrir os telejornais, será que só um é que leva o passo certo e o resto está tudo com o passo trocado? Afinal o que é que se passa verdadeiramente?

Cordialmente, com os melhores cumprimentos e elevada consideração
13JULHO2012
José Martins


Fénix

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Braço de ferro entre os bombeiros e o governo.


Os bombeiros do distrito de Lisboa mantem um braço de ferro com o governo que já dura á 15 dias, das 56 corporações de bombeiros somente 18 é que aceitaram entrar no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios  Florestais (DECIF).

Os corpos de Bombeiros do distrito de Lisboa que recusaram entrar no DECIF tomaram outras formas de luta, recusam a dar qualquer apoio a nível nacional, limitando-se a intervir nos seus concelhos ou nos concelhos limítrofes, e a federação de bombeiros do Distrito de Setúbal fez um ultimato, se o governo não resolver o problema irão se unir ao distrito de Lisboa partir do dia 1 de Julho.

O problema poderá ser bastante complexo, porque a ANPC perde a sua grande capacidade de resposta a nível nacional, colocando em causa o apoio ao combate aos incêndios florestais.

Os governantes nacionais não mostram até á data qualquer preocupação nem apresentaram qualquer resolução para o problema, um problema que não se tem sido sentido pela população devido as condições desfavoráveis a ocorrências a grandes incêndios florestais a nível nacional.

Se a temperatura não tem ajudado para a resolução do problema é só esperar pela chegada das ondas de calor do Verão da Península Ibérica, para aquecer o clima entre os bombeiros e o governo.


Fénix

sábado, 2 de junho de 2012

Bombeiros do distrito de Lisboa furam o bloqueio aos DECIF.


Na reunião da federação do Distrito de Lisboa as 56 corporações mostraram a intenção de abandonar o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Florestais, porque o Fisco pretende cobrar impostos a verbas pagas pela Proteção Civil a elementos com vinco laboral ás associações de Bombeiros.

Mas vários corpos de bombeiros furaram o bloqueio, pelo menos as corporações de Bombeiros de Algueirão Mem Martins e Almoçageme iniciaram o DECIF às 00h00 do dia 1 de Junho. 


Fénix

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Trabalho juvenil nos bombeiros portugueses.


Várias notícias nos últimos dias denunciam a existência do uso sistemático de menores de idade em serviços de emergência e sem formação, por parte de alguns corpos de bombeiros nacionais, uma clara violação da lei nacional.

A lei O DL nº247/2007 e no despacho 713/ 2012,aplicada aos bombeiros voluntários, diz que o universo de recrutamento de infantes é feito entre os 6 e os 16 anos e o de cadetes entre os 16 e os 18 anos e estagiários partir dos 18 aos 35 anos, esses elementos integram a apólice de seguros do quadro de reserva e não podem fazer qualquer actividade operacional.

Nos últimos anos tem existido denúncias da existência do usos de menores dentro dos corpos de bombeiros, uma reportagem em Outubro de 2009 efectuada pela jornalista Carla Tomás do jornal expresso( http://expresso.sapo.pt/miudos-transportam-cadaveres=f539658#ixzz1w49aK6Ot ) dava conta do uso de menores de idade ,quer no serviços de emergência quer no transporte de cadáveres.

Nessa altura a Protecção Civil desconhecia da existência do uso de menores por parte de alguns corpos de bombeiros.

 A Liga dos Bombeiros Portugueses afirmava que essa situação estava em via de extinção, mas admitia que poderia existir ainda más práticas em alguns corpos de bombeiros.

A presidente do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado."Os menores de 18 anos não devem, nem podem, ser voluntários", A lei indica que só podem beneficiar do seguro social voluntário os maiores de 18 anos. E lembra: "A gente mais nova é muito voluntariosa, extremamente impulsiva e sem redutores mentais" e "somos muito facilitadores".

A Escola Nacional de Bombeiros passou somente a permitir a frequência nas acções de formação certificada somente partir de bombeiros estagiários, não permitindo que os cadetes frequentem formação certificada antes dos 18 anos.

Associação de Bombeiros Profissionais argumenta “ Há comandantes de bombeiros que deixam passar estas situações (de cadetes a fazerem serviços operacionais) porque não têm homens suficientes. O voluntariado está em crise"

Passado quatro anos alguns corpos de bombeiros são acusados de  usar menores de idade em serviço operacional, alguns corpos de bombeiros são reincidentes nas más práticas que já deviam estar extintas, nas palavras do anterior presidente da LBP.

O uso de menores na área operacional pode trazer problemas psicológicos aos jovens, porque nestas idades, os mecanismos de reacção à adversidade ou a capacidade de compreensão não são as mesmas que as de um adulto, e pode trazer consequências psicológicas a médio e a longo prazo para esses jovens, e muitos pais desconhecem essa situação, e desconhecem que em caso de acidente em serviço operacional os seus filhos não têm seguro, uma situação grave em caso de ocorrer um acidente.

As entidades governamentais continuam a ter uma atitude passiva nesse escândalo que mancha o nome dos bombeiros portugueses, porque até a data não existe conhecimento que alguém tenha sido chamado á responsabilidade legal pelo incumprimento da lei.


Fénix

sábado, 26 de maio de 2012

Corporações do distrito de Lisboa ameaçam abandonar dispositivo de combate a incêndios florestais


Em declarações à agência Lusa, o presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Lisboa, António Carvalho, disse que o Fisco pretende cobrar impostos a verbas pagas pela Proteção Civil a elementos com vínculo laboral às associações de bombeiros, mas que fazem várias horas de voluntariado nas equipas de combate a incêndios florestais.

"Estamos a falar de um euro e setenta cêntimos à hora que estes voluntários recebem como ajuda. Se entretanto esta situação não se alterar deixamos de integrar o dispositivo especial de combate a incêndios florestais", disse.

Fonte agência Lusa

Fénix

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Bombeiros do concelho de Loures de fora dos Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais.

Exmº Sr. Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Lisboa - Dr. António Carvalho,

Para os devidos efeitos, comunicamos a deliberação aprovada por unanimidade, na Assembleia das Associações de Bombeiros Voluntários do concelho de Loures, realizada nas instalações da A.H.B.V.Fanhões, em 21 de Maio de 2012, com o seguinte teor:



- Após análise à documentação prestada pela Liga dos Bombeiros Portugueses, sobre o DECIF para 2012, enviada pela Federação dos Bombeiros do Distrito de Lisboa, as Associações dos Bombeiros Voluntários do Concelho de Loures não aceitam integrar em 2012, os diversos dispositivos de combate a incêndios.



Esta decisão foi justificada pela indisponibilidade manifestada pela generalidade dos Bombeiros Voluntários com vínculo contratual, pela aplicação em sede de IRS, de retenção sobre os subsídios pagos de €1,70 por hora, sempre que os mesmos são chamados a intervir no combate a fogos durante os períodos de folga.



Esta posição vem provocar uma subida nos escalões de retenção do IRS, assim como, nas mensalidades das creches dos filhos dos Bombeiros, pelo facto de muitas de muitas das mensalidades estarem indexadas aos rendimentos declarados em sede de IRS.

Atendendo a que o valor hora é extremamente baixo, o agravamento discal imposto vem gerar um sentimento de desmotivação e de indisponibilidade por parte dos bombeiros, que não permite garantir a capacidade operacional, para dar resposta eficaz ao combate a incêndios.

Com os melhores comprimentos

O Secretário-geral em exercício

Luís matias


Nota: Não é o primeiro concelho, e o governo continua ignorar o problema.


Fénix

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Dispositivo de combate a Incêndios florestais comprometido.


Muitos corpos de bombeiros estão a recusar entra no dispositivo de combate a incêndios florestais DECIF 2012, tudo por causa de uma circular da DGCI datada de 1991, que diz que os bombeiros com vinco contratual com AHB, só poderão receber tais verbas através do seu recibo de vencimento e como tal estão sujeitas a retenção de IRS.

 A norma nunca foi aplicada pelas associações de bombeiros, até que a DGCI durante ações de fiscalizações durante 2011resolveu multar alguns corpos de bombeiros e bombeiros, e este ano todos os corpos de bombeiros nacionais querem aplicar a norma da DGCI.

Os bombeiros nessa situação sentem-se injustiçados, porque a grande maioria são profissionais e simultâneo voluntários em pé de igualdade com os outros camaradas, que são somente voluntários, e a grande maioria desses profissionais e muitos camaradas bombeiros em regime voluntário solidários com os seus camaradas estão a recusaram a dar disponibilidades para o DICIF 2012.

Uma situação que levou a ANPC marcar uma reunião de emergência com os comandos dos corpos de bombeiros, porque muitos comandos dos corpos de bombeiros estão a recusar entra no DECIF 2012 por falta de elementos para efetuar as escalas.



Fénix

sexta-feira, 9 de março de 2012

Calor leva Protecção Civil a aumentar medidas contra incêndios





Para além do alerta azul para os incêndios florestais, que está activo desde as 8h00 desta sexta-feira, a Protecção Civil decidiu tomar outras medidas para precaver o os efeitos do aumento das temperaturas máximas.

Dois helicópteros pesados Kamov vão ser colocados em Vila Real e em Santa Comba Dão e o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR vai ser reforçado nos distritos de Braga, Bragança, Coimbra, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

Vai ainda ser enviado um Grupo de Reforço Ligeiro da Força Especial de Bombeiros para Proença-a-Nova e foi pedido ao Exército que active o seu Plano LIRA, o que coloca alguns meios em estado de prontidão.
A preocupação dos bombeiros para o aumento do risco de propagação de fogos face às previsões de tempo quente e seco nos próximos dias, faz-se sentir desde já, uma vez que já foi ultrapassada a barreira
dos 100 incêndios registados ao longo desta sexta-feira.

Fonte Renascença


Nota: A ANPC não tomou qualquer iniciativa de reforçar qualquer dispositivo nos corpos de bombeiros nacionais, principalmente ativar equipas de primeira intervenção para o combate aos incêndios florestais, uma atitude que mostra um completo desprezo pelos bombeiros portugueses.


Fénix

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Socorro em Risco


A manchete de hoje do DIÁRIO revela que há graves deficiências e contrariedades nos meios de socorro da Região, pondo em perigo de vida todos aqueles que deles necessitarem. Os bombeiros têm a haver do SESARAM mais de um milhão de euros. E sem dinheiro não há gasóleo ou reparações mecânicas. Miguel Ferreira diz que não pode fazer nada e que só com um empréstimo pode desbloquear pagamentos. 
E quem empresta?


DN
Cada vez mais os órgãos de comunicação estão alertar para a grave situação económica dos bombeiros portugueses, uma situação que o actual governo não mostra interesse político em resolver e poderá ter consequências graves na nossa sociedade


Fénix

sábado, 21 de janeiro de 2012

Bombeiros inseguros.


Os seguros que abrangem os bombeiros portugueses não são específicos para a sua actividade, são normalmente seguros de “trolha”, seguros normalmente mais baixos do mercado, que deixa os lesados  sempre em situações difíceis.

Anos após ano tem existido relatos de bombeiros que após acidentes ocorridos ao serviço dos bombeiros foram lesados pelas companhias de seguros e abandonados pela estrutura, ficando esses bombeiros e as suas famílias com as custas de medicamentos e tratamentos depois dos acidentes.

Actualmente a grande maioria dos bombeiros desconhece os teores das apólices de seguro, imaginam que estão protegidos, até que algo de anormal aconteça, e quando acontece deparam-se com problemas graves e desprotegidos, restando muitas das vezes a solidariedade da família e dos amigos.

Cabe aos municípios fazer os seguros dos bombeiros, actualmente existem cerca de onze modalidades de seguros, todos diferentes e com falhas, onde muitos deles não cobrem queimaduras, lesões que muitas das vezes complexas, onde a LBP defende-se que as apólices seguros  contemplam  20 ordenados base do lesado para tratamentos, verba que muitas das vezes não chega para pagar metade dos tratamentos exigidos. 

A situação dos seguros é o espelho da actual situação orgânica que tutela os bombeiros portugueses, que nunca souberam tratar bem aqueles que zelam pela operacionalidade da estrutura, normalmente vistos como descartáveis em todos os sentidos.

Enquanto não se resolver esse problema, somente resta aos bombeiros confiarem nos seus anjos da guarda.


Fénix

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Acção de sensibilização para prevenção do local do crime.

Realizou-se no dia 6 de Dezembro de 2011 na Escola de Policia Judiciaria em Loures, uma acção de sensibilização para prevenção do local do crime.

Na acção de formação estiveram cerca de duzentas agentes de socorro e segurança, desde bombeiros, CVP, INEM, PSP e ANPC.

Durante a acção de formação foram abordados métodos de prevenção do local do crime para situações de incêndios florestal, incêndios urbanos e no socorro pré-hospitalar.

A prevenção de indícios criminais no local do crime deve ser levado em conta pelos agentes de socorro e segurança, porque normalmente são eles que chegam em primeiro lugar ao local das ocorrências, desde que não punham o socorro da vítima em causa, devem preservar os indícios do crime para que as entidades competentes analisem e que se apure a verdade sobre dos factos ocorridos.


Fénix