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terça-feira, 29 de outubro de 2013
Socorro em desportos radicais.
O ultimo incidente em desportos radicais, que envolveu uma surfista brasileira expôs as deficiências de normas de segurança nos desportos radicais em Portugal.
As entidades competentes tem que olhar para essas atividades e exigir a existência de equipamento obrigatório de segurança como formação certificada aos participantes, como as organizações desses eventos devem ter equipas de resgaste com formação especifica para atuar em caso de necessidade.
Em Portugal a formação de equipas especializadas em resgaste nesse tipo de eventos é deficiente ou inexistente, existe falta de formação e equipamento que permite um socorro em tempo útil.
Diariamente existem milhares de praticantes de desportos radicais que são expostos a inúmeros perigos, muitas das vezes não se leva em conta a probabilidade de existir um acidente, e quando ocorre um acidente os agentes de socorro nacionais não estão preparados para intervir, e todo o processo de socorro é demorado e deficiente, custando muitas das vezes a vida aos praticantes desses desportos.
Autor Fénix
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Sem limite
Ao abrigo do nº6 do artigo 17.º do Decreto-lei nº 247/2007,
de 27 Junho, artigo 4º Atividade e obrigações linha 1) Para efeitos de
permanência na situação de atividade no quadro, bem como na obtenção de
direitos, benefícios e regalias, previsto no regime jurídico dos corpos de
bombeiros portugueses, é obrigatória a prestação anual do tempo mínimo de 275
horas de serviço operacional, sendo no mínimo 140 Horas de socorro, simulacro
ou piquete e 70 horas de formação e instrução.
Uma situação que merece a concordância dos bombeiros, que
elimina da estrutura os falsos bombeiros, que abundam em muitos corpos de
bombeiros.
Mas alguém se esqueceu de impor nesse decreto-lei serviços
máximos exigidos aos bombeiros, um limite máximo de horas de serviço operacional
e de formação, a qual os senhores comandantes não podem ultrapassar sem a
concordância com os bombeiros, nem os bombeiros poderem ser alvo de um processo
disciplinar pelo não comprimento desses serviços excessivo.
Hoje em dia existe um grave défice de mão-de-obra voluntária
nos bombeiros portugueses, muitos comandos simplesmente perderam mais de 50%
dos seus homens nos últimos anos, e quem fica muitas das vezes é sujeito um
aumento de serviço para colmatar as faltas de efetivos. Situação que tem levado
um aumento progressivo do serviço operacional, principalmente a nível dos
piquetes, existe corpos de bombeiros que faziam um piquete 15 em 15 dias, onde
atualmente é exigido dois piquetes por semana, fazendo em média 400 a 900
horas de serviço operacional somente em piquetes.
Para quem não cumpre é aplicado aos bombeiros em regime voluntário
um processo disciplinar por faltas aos piquetes, consagrado na lei nº 58/2008
de 9 de Setembro, na linha g) Dentro do mesmo ano civil dêem 5 faltas seguidas
ou dez interpoladas sem justificação. Normalmente é aplicada com pena de
demissão.
Uma situação lamentável, que esta a afligir muitos
bombeiros, que pelo aumento de serviço entraram em incumprimento e estão a ser
alvo de processos disciplinares movidos pelos seus comandantes.
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sábado, 4 de maio de 2013
O despertar para uma nova realidade no serviço pré-hospitalar.
Nos últimos meses os agentes de
autoridade têm efetuado ações de fiscalização em larga escala aos meios de
transporte de doentes.
As ações de fiscalização visão
todas entidades de transporte de doentes para a obrigatoriedade do comprimento
do diploma legal que regulamenta esse tipo de serviço, quer no serviço de
transporte de doentes urgentes e não urgentes.
Durante essas ações de
fiscalizações muitas associações de bombeiros foram multadas em milhares de
euros pelo incumprimento legal do respetivo diploma, multas pela falta inspeções
do INEM, falta de certificações legais das tripulações ou irregularidades no
veículo.
Perante essa situação, muitos
corpos de bombeiros ponderam abandonar o serviço de transporte de doentes, um
serviço comercial sem qualquer tipo de ajuda governamental para a sua
existência, onde os preços praticados não pagam a sua manutenção dentro dos
moldes legais, assim nos últimos meses as centrais de emergência e SGTD têm deparado
com o aumento significativo recusa de acionamento de meios de urgência e
transporte por parte de muitos corpos de bombeiros, que alegam falta capacidade
para fazer o serviço, que levam o accionamentos de outros meios de outras zonas
mais afastadas, pondo em causa um socorro em tempo útil as populações como o transporte
de doentes não urgentes a exames e tratamentos.
Autor Fénix
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Privatização do socorro pré-hospitalar.
O estado deverá “abrir a gestão de cuidados (de saúde)
primários a cooperativas de profissionais, entidades privadas ou sociais,
aumentando a oferta deste nível de cuidados.
Entrevista de Pedro Passos Coelho em 2011 e do programa
eleitoral do PSD.
O tema deixou de ser
TABU, o governo muito em breve ira abrir mão do socorro pré-hospitalar às
empresas privadas, uma politica que lentamente tem sido aplicada sem grande
oposição das entidades responsáveis.
O projecto conhecido por poucos teve durante anos metido
numa gaveta de um secretário de estado, que começou a ser aplicado a alguns
anos. Atualmente já temos, helicópteros, VMERs e ambulâncias que fazem socorro
pré-hospitalar geridas por empresas privadas, protegidas por símbolos de
fachada das entidades responsáveis pelo socorro, onde num futuro muito próximo todos
os meios irão passar para entidades privadas através de contratos de concessão.
Outro grande passo importante que esta a ser
dado é na área da formação, toda a formação na área do pré-hospitalar irá
passar para empresas privadas, pondo um ponto final na grave lacuna camuflada da
falta de formação nessa área a nível nacional, passara existir formação em
quantidade e qualidade suficiente para a necessidade do país, mas vai ser paga
e bem paga, os tempos de tirar formação para fins curriculares para nunca se
aplicar tem os dias contados, o que ira originar a profissionalização de todo o
sector, porque será impossível financeiramente para as entidades responsáveis
formar pessoas para depois trabalharem em outras áreas sem ser naquela para a
qual receberam formação.
O problema da fiscalização é outro problema em fase de
resolução, os agentes de autoridade já algum tempo vem a receber formação
complementar a nível legal nessa área, o tempo de andar a afazer serviço de
socorro pré-hospitalar sem pessoas sem qualificações tem os dias contados e
pode sair caro, quer às entidades que as detêm ou quem faz o serviço fazendo-se
passar por outro, e as coimas são altas para os infractores de ambas as partes,
situação que em vários distritos já esta a ser aplicada, onde tripulações são
alvo frequentes de fiscalização por parte das entidades policiais, onde foram
aplicadas multas avultadas pelo incumprimento legal do diploma que rege o
transporte de doentes.
Em resumo, esta em curso uma reestruturação silenciosa de
todo o sector da emergência pré-hospitalar em Portugal, uma reestruturação que
irá acabar com os atropelos da lei nessa área.
Autor Fénix
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Alteração de decreto-lei pode levar ao encerramento de dezenas de corpos de bombeiros.
Já não bastava a grave crise
económica que esta afectar os corpos de bombeiros a nível nacional, a alteração
ao decreto-lei 248/2012 de 21 Novembro, artigo 4.º alinha 5- A extinção de
um corpo de bombeiros pela ANPC tem em conta os fatores previstos no n.º 3 e
pode ter lugar quando esse corpo de bombeiros, de forma continuada e prolongada
no tempo, tenha deixado de assegurar o pleno cumprimento das suas missões,
careça dos recursos materiais e dos recursos humanos aptos, qualificados e
habilitados, necessários ao cumprimento dessas missões ou desenvolva a sua
actividade de forma que viole gravemente as normas que lhe são aplicáveis pode levar ao enceramento, situação que pode levar o encerramento de dezenas de corpos de bombeiros por perda de
capacidade operacional.
É do conhecimento geral, que muitos
corpos de bombeiros não tem nenhuma capacidade operacional, não passam de
quartéis de bombeiros virtuais, vazios de recursos humanos qualificados e
materiais, que não asseguram os serviços mínimos de socorro às suas populações.
São situações graves, que violam a
leis, desde omissão de auxílio, socorro praticado por pessoas sem qualificações,
que colocam em perigo quem necessita de socorro e quem socorre.
Algumas dessas situações são
verdadeiros casos de polícia, outras é o resultado da falta de uma política de
incentivos aos voluntários e a falta de financiamento para ter profissionais
para assegurar um serviço mínimo dentro dos moldes legais
.
A alteração do decreto-lei, não faz
parte da solução, mas a solução final da incompetência governamental, que não
soube criar mecanismos de fiscalização do sector, não criou incentivos ao
voluntário nem criou mecanismos financeiros manter serviços mínimos nesses
corpos de bombeiros, invés disso criou critérios legais para o encerramento
rápido desses quartéis de bombeiros, criando uma ilusão colectiva nas
populações locais, que existira um socorro melhor, mesmo sabendo que esse
socorro não será efectuado em tempo útil de salvar quer o que seja.
Fénix
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Testamento vital impede a execução de Suporte Básico de Vida.
A lei nº 25 de junho de 2012, que regula o testamento vital e
impede o início do Suporte Básico de Vida:
Artigo 2, linha b) Não ser submetido a tratamento fútil,
inútil ou desproporcionado no seu quadro clínico e de acordo com as boas
práticas profissionais, nomeadamente no que concerne às medidas de suporte
básico de vida e às medidas de alimentação e hidratação artificiais que apenas visem
retardar o processo natural de morte.
Assim basta o doente ter efetuado o Testamento Vital, as
equipas do pré- hospitalar não podem iniciar SBV, se o fizerem iram contra á
vontade do doente e contra a lei.
Uma situação que tem sido omissa na formação dos tripulantes
de ambulância, e o assunto nunca foi esclarecido pelo INEM, entidade que regula
o Sistema integrado de Emergência Médica que até a data nunca pronunciou sobre
essa situação.
Fénix
Às primeiras horas de 2013 milhares de bombeiros passaram para o quadro de reserva.
Às primeiras horas de 2013, milhares de bombeiros em regime
voluntário passaram automaticamente para o quadro de reserva.
Assim determina a
portaria do 571 de 3 Julho 2008 do MAI, no artigo 4º 1- Para efeitos de permanência na situação de actividade no
quadro, bem como para obtenção dos direitos, benefícios e regalias previstos no
regime jurídico dos bombeiros portugueses, é obrigatória a prestação anual do
tempo mínimo de duzentas e setenta e cinco horas de serviço operacional, sendo,
no mínimo, cento e quarenta horas de socorro, simulacro ou piquete e setenta
horas de formação e instrução.
Assim durante o ano de 2012 competia aos senhores
comandantes dos corpo de bombeiros assegurar o registo tempestivo do serviço
operacional no Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses, bem como a sua
inclusão no processo individual de bombeiros.
A introdução de dados fictícios no sistema RNBP é
considerada crime.
Os bombeiros que não cumprirem os requisitos mínimos de
serviço operacional nem de formação passam automaticamente para o quadro de
reserva, quadro que não permite aos bombeiros fazerem qualquer serviço
operacional.
Se a portaria é justa?
Os bombeiros não se pronunciaram contra, nem tomaram
qualquer medida para alterar algum item da portaria, assim a portaria é justa
para a grande maioria dos bombeiros que não a cumprem, mas é injusta,
principalmente para aqueles bombeiros que tiveram três vezes ou mais horas de
serviço operacionais e não atingiram o número mínimo de horas de formação
anual, porque não tiveram capacidade de dar mais tempo do seu tempo de laser
por excesso de tempo operacional para formação ou a formação não foi
disponibilizada pelos seus comandantes.
Assim somente falta saber quantos bombeiros existem afinal
em Portugal que cumprem.
Fénix
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Petição Publica pelo o reconhecimento dos tripulantes de ambulância.
A emergência
pré-hospitalar é hoje um pilar fundamental do sistema de proteção civil
permitindo que a sobrevivência de doentes e sinistrados seja assegurada pela
assistência prestada no local de ocorrência. Esta assistência realizada pelos
tripulantes de ambulância tem permitido que o socorro tenha sofrido uma
melhoria qualitativa através da disponibilidade e competências destes
profissionais que investem pessoalmente na sua formação especializada dado a
ausência de respostas, principalmente da entidade responsável pela coordenação
e implementação do Sistema Integrado de Emergência Médica, o Instituto Nacional
de Emergência Médica (INEM).
Em Junho deste ano com a publicação por parte do INEM dos critérios de certificação de entidades formadoras, em que são impostas uma série de novas condições à formação, foram confrontados os Tripulantes de Ambulância nomeadamente os Tripulantes da Ambulância de Socorro com esta situação, à revelia dos seus legítimos representantes, a Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (ANTEPH) e Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência (STAE) que obriga a tomada de uma posição de completo desacordo com o que agora foi publicado pelo INEM e que passamos a referir:
• São desconhecidos os referenciais de competências atribuídos aos cursos;
• O INEM exige que os formadores para ministrar este tipo de formação possuam o 12º ano de escolaridade e um “laboratório de Formação nível III”,, em que se desconhece qual a sua composição e objetivo, bem como, retira a acreditação aos formadores já existentes sem qualquer justificação do ponto de vista técnico e pedagógico;
• O dossier de acreditação para a formação TAS no seu ponto 5 Validade da Formação refere “Antes de terminar a validade da formação, devem os formandos efetuar a atualização da formação através da frequência com aproveitamento de um Curso TAS de Nível II. Nos casos em que a referida atualização não seja efetuada até terminar a validade do cartão terá o formando de ser submetido a novo curso TAS”.
1. Os Tripulantes de Ambulância estão de acordo que existam mecanismos que permitam os técnicos estarem devidamente atualizados, no entanto esta medida não faz qualquer sentido uma vez que:
a) A generalidade dos Tripulantes de Ambulância existentes tem os seus cursos caducados ou a caducar por incapacidade de respostas das entidades formadoras, que eram, até a data da publicação deste dossier, apenas o INEM e a Escola Nacional de Bombeiros;
b) Esta medida a ser aplicada irá dar origem a uma situação grave, uma vez que não existe capacidade de resposta para a sua regularização, a uma situação injusta e discriminatória em relação a outros profissionais da emergência pré-hospitalar, no sentido em que não estão sujeitos a uma ação de atualização para manterem os seus postos de trabalho;
c) Esta medida a manter-se levará a que a generalidade das Ambulâncias de Socorro tenha de ficar parada por falta de tripulações acreditadas bem como levará ao despedimento de centenas de técnicos, por um critério definido à sua revelia e sem qualquer fundamento;
d) A frequência desta ação de formação de recertificação é um ato meramente administrativo que somente serve para alimentar agora o setor privado e o próprio INEM, uma vez que a generalidade dos Técnicos aposta na sua formação, alguma de reconhecimento internacional que o INEM de forma não fundamentada teima em não reconhecer.
2. Perante o anteriormente referido vêm os signatários exigir:
1. A suspensão imediata deste critério (ponto 5 - dossier de acreditação para a formação TAS);
2. Que em momento algum qualquer tripulante de Ambulância de Socorro seja obrigado a repetir o seu curso;
3. Que as normas aplicáveis aos formadores sejam somente para os que integrem o sistema de formação no modelo agora apresentado, mantendo-se a validade para aqueles que até a data tem exercido esta função;
4. A substituição da ação de atualização por um modelo de avaliação curricular, mantendo-se os critérios de formação obrigatória constantes da proposta apresentada pela ANTEPH e STAE, em 2009, que foi negociada e aprovada com anterior Secretário de Estado da Saúde e INEM;
5. Que sejam publicados os referenciais de competências dos cursos apresentados para serem negociados com os representantes dos Tripulantes de Ambulância e posteriormente sujeitos a discussão pública;
6. Que seja publicada a regulamentação dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, em conformidade com as propostas aprovadas, de forma a se por cobro a este tipo de situações;
7. Que qualquer alteração à formação dos Tripulantes de Ambulância, seja discutida e negociada com os seus representantes, ANTEPH e STAE.
Lamenta-se que a privatização da formação bem como os seus critérios de implementação tenham sido elaborados à revelia dos legítimos representantes dos tripulantes de ambulância e que tenham como objetivo a sua penalização e não o seu desenvolvimento.
Lamenta-se que apesar do INEM ter em sua posse desde 2009 as propostas de regulamentação da carreira dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar que permitiria o aumento de competências dos atuais tripulantes de ambulância de socorro e uma melhoria qualitativa do socorro prestado, as mesmas ainda não tenham sido publicadas.
Lisboa, 3 de Setembro de 2012
Os signatários.
Fénix
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
Acidente em Boticas.
Uma imagem que mostra que existem pessoas que mesmo com
formação não aplicam os protocolos de atuação que lhe foram ensinados.
Mais uma imagem polémica resultante do acidente com um
autocarro em Boticas, que mostra irregularidade no socorro em Portugal.
Fénix
terça-feira, 3 de julho de 2012
Empresas privadas vão começar a dar formação de tripulante de ambulância de socorro.
A formação de tripulante de ambulância de socorro estava
dependente do INEM e da ENB, duas entidades que tinham a exclusividade da
formação dos tripulantes de ambulância de socorro em Portugal, que formavam
elementos para atuarem no socorro pré-hospitalar onde somente o INEM, bombeiros
e CVP podem atuar.
Partir de hoje existe várias empresas privadas a iniciar formação
para tripulantes de ambulância de socorro, deixando de ser da exclusividade do
INEM e da ENB dar esse tipo de formação.
A entrada dos privados nesse tipo de formação é o princípio
da entrada dos privados no socorro pré-hospitalar em Portugal, da exclusividade
do INEM, bombeiros e da CVP, onde existem grandes grupos financeiros que alguns
anos tem feito pressão no Ministério da Saúde para liberalizar o mercado do
socorro pré-hospitalar em Portugal.
Fénix
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Braço de ferro entre os bombeiros e o governo.
Os bombeiros do distrito de Lisboa mantem um braço de ferro
com o governo que já dura á 15 dias, das 56 corporações de bombeiros somente 18
é que aceitaram entrar no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).
Os corpos de Bombeiros do distrito de Lisboa que recusaram
entrar no DECIF tomaram outras formas de luta, recusam a dar qualquer apoio a
nível nacional, limitando-se a intervir nos seus concelhos ou nos concelhos limítrofes,
e a federação de bombeiros do Distrito de Setúbal fez um ultimato, se o governo
não resolver o problema irão se unir ao distrito de Lisboa partir do dia 1 de Julho.
O problema poderá ser bastante complexo, porque a ANPC perde
a sua grande capacidade de resposta a nível nacional, colocando em causa o
apoio ao combate aos incêndios florestais.
Os governantes nacionais não mostram até á data qualquer
preocupação nem apresentaram qualquer resolução para o problema, um problema
que não se tem sido sentido pela população devido as condições desfavoráveis a ocorrências
a grandes incêndios florestais a nível nacional.
Fénix
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Os bombeiros no seu pior.
A assistência de uma cidadã portuguesa grávida envolta em polemica.
A cidadã em trabalho de parto dirigiu-se ao centro de saúde
Freixo de Espada à Cinta, onde o cento de saúde em vez de recorrer ao Sistema
Integrado de Emergência Médica através do número 112 como a lei obriga para
accionar uma ambulância, o centro de saúde accionou directamente uma ambulância
do corpo de bombeiros Freixo de Espada à Cinta.
Os bombeiros Freixo de Espada à Cinta em vez de accionarem
uma ambulância de socorro, accionaram uma ambulância de transporte, onde a
tripulação era constituída somente por um bombeiro que fazia a função de
condutor, uma situação ilegal, porque vai contra o regulamento de transporte de
doentes, onde é exigido dois tripulantes.
O bombeiro inicia o transporte da parturiente sozinha na
célula sanitária, acompanhada somente pela mãe e pelo marido, porque a
enfermeira do centro de saúde recusou acompanhar a parturiente, alegando que
não o fazia o acompanhamento porque não lhe pagavam horas extras.
A criança viria a nascer durante o transporte, assistida
pelo marido, pela mãe e pelo bombeiro que mostrou que não tinha formação específica para
actuar nesse tipo de situação, como ambulância não tinha kit de parto nem uma
simples tesoura, onde a lei obriga a existência desse equipamento nesse tipo de
ambulância, situação que levou cordão umbilical do recém-nascido fosse cortado com
uma simples faca.
A Direcção Geral da Saúde (DGS) e o Ministério Publico (MP),
deviam abrir um inquérito e levar a situação até às últimas
consequências, porque não se pode permitir que em pleno séculos XXI uma
assistência dessas aos cidadãos portugueses nem permitir que as crianças
portuguesas venham ao mundo nessas situações.
Fénix
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sábado, 31 de março de 2012
O interesse nos bombeiros desempregados.
O presidente da Liga dos
Bombeiros Portugueses Jaime Soares num artigo no JL, questiona a política do
Instituto Emprego e Formação Profissional sobre a impossibilidade dos bombeiros
voluntários desempregados da sua atividade profissional, não poderem aproveitar
essa disponibilidade para reforçarem o dispositivo de socorro da sua população
O excelentíssimo presidente da
LPB sabe que IEFP tem Programa Ocupacionais (POC), onde qualquer desempregado
desde que chegue acordo com uma identidade profissional pode trabalhar durante
o tempo do subsídio desemprego, cabendo a entidade patronal dar o subsídio de
refeição e pagar a percentagem em falta para completar o anterior ordenado.
Muitos bombeiros estão neste
momento nesse regime, o que se tem tornado um bom negocio para as associações
de bombeiros, mas um mal negocio para os bombeiros desempregados, porque depois
de ter terminado o tempo de subsídio de desemprego são imediatamente
dispensados pelas associações de bombeiros, ficando depois sem qualquer subsídio
e trabalho.
Os bombeiros despedidos pelas
associações de bombeiros não podem ingressar através do POC no seu corpo de
bombeiros que os despediu, porque a lei não permite, porque se assim fosse muitos
presidentes das associações de bombeiros despediam a grande maioria dos
profissionais para depois reintroduzirem esses profissionais novamente nos
corpos de bombeiros através do POC.
Se o excelentíssimo presidente da LBP está a referir
aos bombeiros despedidos pelas próprias associações de bombeiros, o senhor
presidente da LBP devia rever a sua posição como presidente da LBP.
Porque o que a LBP devia estar a
lutar pelo novo programa de financiamento dos corpos de bombeiros, para que os
corpos de bombeiros pudessem introduzir essa mão-de-obra disponível qualificada
nos seus quadros profissionais, porque fazem muita falta ao socorro das
populações locais, porque essa mão-de-obra é importante não somente voluntária,
porque se servem como voluntário servem como profissionais, mas não às custa de
trabalho precário nem servem como mão-de-obra descartável ao interesse das
associações de bombeiros.
Fénix
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Nunca entendi porque os pais dão um carro tão rápido aos filhos?
terça-feira, 27 de março de 2012
Curso Swiftwater & Flood Frist Responder
quarta-feira, 14 de março de 2012
Federação de Bombeiros de Bragança quer que todas as corporações do distrito tenham um Posto Médico Avançado do INEM
Federação de Bombeiros de Bragança quer que todas as corporações do distrito tenham um Posto Médico Avançado do INEM. O presidente da Federação, Diamantino Lopes, alerta que as corporações que estão na linha do IC5 têm apenas postos de reserva.
Esta alteração da rede de emergência poderia aumentar as receitas dos Bombeiros, que atravessam dificuldade com a diminuição de receitas do transporte de doentes.
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sábado, 14 de janeiro de 2012
Extinto grupo da GNR de ataque a incêndios florestais
O Grupo de Intervenção Protecção e Socorro da GNR, que reúne
620 militares que intervêm na primeira meia-hora em incêndios florestais e em
situações de catástrofe, irá ser extinto até final de Fevereiro e as suas
funções delegadas nos bombeiros.
O cenário pode representar para os militares - que estão alocados a sete
companhias, um comando em Lisboa e a uma base permanente na Serra de Aires - o
regresso a destacamentos ao longo do país e aos locais onde foram requisitados.
A denúncia partiu, sexta-feira, do porta-voz da Associação Sócio-Profissional
Independente da Guarda (ASPIG), José Alho, com base em orientações que o
secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D"Ávila, terá feito
chegar ao Comando Geral da GNR, para que se proceda à extinção ocorra nas
próximas semanas.
"Esta medida vai representar para o erário público o desbaratar de milhões de
euros, que foram investidos em materiais, equipamentos e formação de recursos
humanos", disse, ao JN, o dirigente, acrescentando que será "o combate aos
incêndios florestais a sofrer o maior dano, tendo em conta os resultados
obtidos".
"Estes militares contam com mais de 97% de eficácia nas suas acções.
Pergunto: pode o país prescindir desta força especializada?", questionou José
Alho.
Ao JN, fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) rejeitou "comentar
qualquer medida isolada" de "um pacote mais alargado que esta a ser preparado",
não confirmando a extinção do GIPS, que foram criados em 2006 pelo então
ministro socialista António Costa - na altura com um corpo de 710 militares.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
SGTD, o fim do serviço de transporte de doentes não urgentes nos bombeiros.
O programa informático Sistema de
Gestão de Transporte de Doentes, “SGTD” criado pelo Ministério da Saúde, impõe
novas normas ao transporte de doentes, onde permite que o Ministério da saúde
não pague o retorno do doente, obrigando que ambulâncias e tripulações fiquem á
espera do doente nas unidades da saúde, pagando com isso um valor pelo tempo de
espera.
Uma situação que motivou que as
corporações dos concelhos de Sintra e da Amadora suspendessem a partir de
Janeiro esse tipo de serviço, uma decisão que irá estender-se ao resto do país,
porque os preços que o Ministério da Saúde paga não dá para manter esse serviço
nos corpos de bombeiros.
Uma decisão que vem a publico no
dia em que a Liga dos Bombeiros Portugueses se reúne com o Ministério da saúde,
onde uma das principais questões agendadas na reunião é o SGTD, um sistema que
altera por completo as normas de funcionamentos desse tipo de serviço.
O serviço de transporte de
doentes não urgentes depende unicamente do número dos serviços que os corpos de
bombeiros fazem e daquilo que recebem por cada serviço para o fazer, não
depende de nenhum subsídios que os bombeiros recebem do governo.
Se os nossos governantes não
tomarem medidas profundas nesse sector, muito em breve não estará somente em
causa o serviço de transporte não urgente, mas todo o serviço de socorro a
nível nacional.
Fénix
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Profissionais dos corpos de bombeiros Voluntários sem seguro de acidentes profissionais.
A grande maioria dos
profissionais dos corpos de bombeiros voluntários podem estar por conta e risco
em caso de sofrer um acidente de trabalho na grande maioria das missões atribuídas
a actividade de Bombeiro.
O problema deve-se que a grande
maioria dos corpos de bombeiros associativos tratar os seus profissionais como
meros assalariados, fazendo contratos de trabalho com categorias profissionais
como maqueiros, telefonistas, administrativos mecânicos, socorristas ou outras
actividades, menos de bombeiro.
Mas toda agente sabe que esses
elementos depois durante a sua actividade profissional são bombeiros, actuando
em diversas áreas do socorro, como incêndios florestais, urbanos, industriais,
acidentes rodoviários etc.
O problema é em caso ocorrer um
acidente de trabalho durante essas missões de socorro, o seguro a de acidente profissional
recusa-se a pagar qualquer valor ao bombeiro, porque dificilmente se entende o
que andava afazer um maqueiro, telefonista, etc., durante o seu horário de
trabalho a fazer num incêndio urbano ou outro tipo de ocorrência fora da sua
actividade contratual?
Actualmente existem vários
bombeiros profissionais dos corpos de bombeiros associativos que sofreram acidentes
de trabalho durante o seu horário de trabalho, onde as associações estão a
suportar todas as despesas, porque o seguro de acidentes pessoais simplesmente
não paga nada.
O mais grave de tudo é que a Liga
dos Bombeiros Portugueses, Associação dos Bombeiros Profissionais e directores
das associações de bombeiros sabem desse problema e continuam a não fazer nada,
porque os valores dos seguros são consideravelmente mais baixo para a actividade
contrato de maqueiro ou telefonista do que um contrato de um seguro para a
actividade de bombeiro.
Fénix
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
• 1º Rescue Challenge Lisboa 2011
Fénix
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