quarta-feira, 3 de julho de 2019

Novo regulamento de Uniformes, Insígnias e Identificações dos Bombeiros


O Ministério da administração interna prepara-se para aprovar o novo regulamento de uniformes, insígnias e identificação dos bombeiros portugueses.

O objectivo é tentar acabar com a anarquia existente nos fardamentos dos bombeiros, foram retiradas algumas peças de fardamento e introdução de outras, mas no geral é que esse novo regulamento é aplicável a todos os corpos de bombeiros independentemente da qualidade da repetitiva entidade detentora, como todo o fardamento dos bombeiros vai estar devidamente certificado pela ANEPC, que obriga as empresas de fabrico amolgarem o respectivo equipamento para o poderem comercializar. 

Em resumo os bombeiros passaram só a dois fardamentos próprios, farda de representação nº1, farda de serviço nº2, os outros equipamentos são definidos como EPI, equipamento de protecção individual com diploma próprio..

Mas podia-se ter feito mais e melhor, principalmente na farda de serviço, que continuará a não cumprir as normas de segurança na visibilidade, tentaram ultrapassar o problema com a introdução de um colete reflector, em vez de se aplicar as faixas reflectora nas calças , pólos e casacos, outro problema é a introdução da boina, que obriga os homens tenham o cabelo curto e as senhoras o cabelo apanhado, para não caírem no ridículo usarem a boina com cabelo grande ou sem ser apanhado, como é ridículo ainda persistirem nos símbolos de especialidade de curso, as normais e conhecidas bolachas, de TAT, TS, SD,DAE, formação que obrigatória da formação inicial do bombeiro e das competências do bombeiro terem essa formação, não devia existir qualquer símbolo referente a essa formação.
 

Autor Fénix
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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Encosto de cabeça para cadeiras de rodas inexistente nos veículos de transporte de doentes não urgentes.



A grande maioria dos transportes de doentes não urgentes em cadeiras de rodas é efectuado de forma irregular pelas entidades transportadoras nacionais.

A grande maioria dos veículos de transporte de doentes não urgentes não tem encostos de cabeça para as cadeiras de rodas, um dispositivo universal, aplicado nas cadeiras de rodas, que em caso de acidente protegem a região cervical do utente, na ausência desse dispositivo o utente irá sofrer graves lesões a nível da região cervical.
 A leis europeias inclusive a lei nacional obriga a existência desse dispositivo nos veículos de transporte de doentes não urgentes, como impõem portaria nº260/2014, aprovada em DR a 15 de Dezembro de 2014, artigo 27º, alinha B) As cadeira de rodas e os respectivos encostos de cabeça, a utilizar no transporte devem estar devidamente homologados.

Mas incrédulamente, a fiscalização dos veículos de transporte de doentes não urgentes efectuada pelo INEM, não impõem a existência desses dispositivos nos veículos, violando a própria lei, que origina que a grande maioria das entidades transportadoras não os adquirisse esses dispositivos para os seus veículos, mesmo quem tem, as tripulações mostram alguma relutância em aplicar esses equipamento, mesmo sabendo que são responsáveis pela segurança dos utentes nos veículos.
 

Autor Fénix
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sexta-feira, 21 de junho de 2019

Gestores financeiros municipais impostos aos corpos de bombeiros.



Nos últimos anos foi criada uma nova figura administrativa em alguns corpos de bombeiros voluntários portugueses, gestores financeiros municipais, que gerem por completo as verbas financeiras transferidas pelo município para os corpos de bombeiros, derivadas de certos protocolos entre o município e os corpos de bombeiros.

Esses administradores financeiros foram a solução criada por alguns municípios depois de serem encontradas irregularidades graves em muitos corpos de bombeiros voluntários, como falhas de gestão financeira, incumprimento dos acordos e falhas operacionais, que obrigaram a imposição de um gestor financeiros do município, que gere por completo as verbas transferidas pelo município, proibindo o desvio de verbas para outras áreas e serviços, garantindo o normal serviço de socorro à população e a operacionalidade dos quartéis, uma forma de evitar o encerramento de muitos corpos de bombeiros voluntários, que obrigaria o município adquirir por completo a gestão do corpos de bombeiros passando-os a municipal, para garantir o socorro aos seus munícipes que é da sua obrigação.
 

Autor Fénix
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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Novos sistemas de cintos nas macas das ambulâncias.




Os novos sistema de fixação dos doentes as macas é uma imposição de uma norma europeia, que obriga a existência de cintos coletes de quatro pontos nas macas, como sistema de fixação de pediátrico às macas, sistemas de fácil aplicação e remoção, uma imposição resultante de um estudo de acidente rodoviários a nível europeu com esse tipo de veículos, onde os doentes eram projectados da maca em caso de acidente, sofrendo graves traumatismos. 

Muitas tripulações ainda mostram alguma relutância em aplicar esses novos sistemas de fixação aos doentes transportados em macas, muitos até foram retirados das ambulâncias, mas não podemos esquecer que em caso de acidente as tripulações são responsáveis pelo transporte da vítima, podendo ser responsabilizados pelo não uso dos sistemas de segurança existentes e disponíveis nas ambulâncias. 

Não vale ter conhecimentos nem equipamentos se não soubermos  usar nos doentes.


Autor Fénix
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sábado, 1 de junho de 2019

Dias municipais dos bombeiros são tudo menos uma festa para os bombeiros.



Já faz parte da agenda das festividades culturais e políticas de muitos municípios portugueses realização durante o mês do maio o dia municipal do bombeiro, uma forma de homenagear os bombeiros existentes no município

Nos últimos anos os dias municipais dos bombeiros são tudo menos um dia de festa para os bombeiros, tornando esse dia num dia de sacrifício, um dia normalmente marcados colóquios formativos, simulacros e normalmente termina com formaturas com discursos políticos e partidários longos, finalizando o dia com uma marcha apeada de bombeiros e veículos, em frente de tribunas recheada de políticos, elementos de comando e directores, onde no fim os bombeiros destroçam e regressão aos seus lares com as suas famílias, onde políticos, comandos e directores confraternizam em jantares de mesa farta pago pelos municípios locais.   

São muito poucos municípios, que oferecem nesse dia uma respeitosa homenagem aos seus bombeiros, com distinções honrosas aos bombeiros que se evidenciaram no ano anterior, eventos culturais e de laser, como almoços e jantares gala para os bombeiros e os seus familiares, que motivam a união e confraternização entre bombeiros, e dá incentivo e motivação aos bombeiros para continuarem a dispensarem do seu tempo de prol dos seus municípios.


Autor Fénix
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