sexta-feira, 5 de julho de 2019

Curso TS substituído por curso socorrismo básico.



A formação inicial de bombeiro voluntário foi alterada, o curso Técnicas de Socorrismo TS de 50 horas dado aos formandos bombeiros que não tinham a escolaridade obrigatória para tirar o Tripulante de Ambulância de Transporte TAT 50 horas, fui substituído pelo curso de socorrismo básico de 25 horas.

O curso de TS nunca deu aos formandos e aos bombeiros competências legais para tripularem uma ambulância de socorro, esse curso nunca teve qualquer recertificação muito menos cartão de identificação mas era dado em formação toda a matéria do curso TAT,

 O novo curso de socorrismo básico de 25 horas que não prepara minimamente o bombeiros para tripular uma ambulância de socorro nem uma ABTD, com esse curso só podem tripular VDTD,veículos de combate a incêndios, apoio ou desencarceramento.  


Autor Fénix
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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Novo regulamento de Uniformes, Insígnias e Identificações dos Bombeiros


O Ministério da administração interna prepara-se para aprovar o novo regulamento de uniformes, insígnias e identificação dos bombeiros portugueses.

O objectivo é tentar acabar com a anarquia existente nos fardamentos dos bombeiros, foram retiradas algumas peças de fardamento e introdução de outras, mas no geral é que esse novo regulamento é aplicável a todos os corpos de bombeiros independentemente da qualidade da repetitiva entidade detentora, como todo o fardamento dos bombeiros vai estar devidamente certificado pela ANEPC, que obriga as empresas de fabrico amolgarem o respectivo equipamento para o poderem comercializar. 

Em resumo os bombeiros passaram só a dois fardamentos próprios, farda de representação nº1, farda de serviço nº2, os outros equipamentos são definidos como EPI, equipamento de protecção individual com diploma próprio..

Mas podia-se ter feito mais e melhor, principalmente na farda de serviço, que continuará a não cumprir as normas de segurança na visibilidade, tentaram ultrapassar o problema com a introdução de um colete reflector, em vez de se aplicar as faixas reflectora nas calças , pólos e casacos, outro problema é a introdução da boina, que obriga os homens tenham o cabelo curto e as senhoras o cabelo apanhado, para não caírem no ridículo usarem a boina com cabelo grande ou sem ser apanhado, como é ridículo ainda persistirem nos símbolos de especialidade de curso, as normais e conhecidas bolachas, de TAT, TS, SD,DAE, formação que obrigatória da formação inicial do bombeiro e das competências do bombeiro terem essa formação, não devia existir qualquer símbolo referente a essa formação.
 

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Encosto de cabeça para cadeiras de rodas inexistente nos veículos de transporte de doentes não urgentes.



A grande maioria dos transportes de doentes não urgentes em cadeiras de rodas é efectuado de forma irregular pelas entidades transportadoras nacionais.

A grande maioria dos veículos de transporte de doentes não urgentes não tem encostos de cabeça para as cadeiras de rodas, um dispositivo universal, aplicado nas cadeiras de rodas, que em caso de acidente protegem a região cervical do utente, na ausência desse dispositivo o utente irá sofrer graves lesões a nível da região cervical.
 A leis europeias inclusive a lei nacional obriga a existência desse dispositivo nos veículos de transporte de doentes não urgentes, como impõem portaria nº260/2014, aprovada em DR a 15 de Dezembro de 2014, artigo 27º, alinha B) As cadeira de rodas e os respectivos encostos de cabeça, a utilizar no transporte devem estar devidamente homologados.

Mas incrédulamente, a fiscalização dos veículos de transporte de doentes não urgentes efectuada pelo INEM, não impõem a existência desses dispositivos nos veículos, violando a própria lei, que origina que a grande maioria das entidades transportadoras não os adquirisse esses dispositivos para os seus veículos, mesmo quem tem, as tripulações mostram alguma relutância em aplicar esses equipamento, mesmo sabendo que são responsáveis pela segurança dos utentes nos veículos.
 

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sexta-feira, 21 de junho de 2019

Gestores financeiros municipais impostos aos corpos de bombeiros.



Nos últimos anos foi criada uma nova figura administrativa em alguns corpos de bombeiros voluntários portugueses, gestores financeiros municipais, que gerem por completo as verbas financeiras transferidas pelo município para os corpos de bombeiros, derivadas de certos protocolos entre o município e os corpos de bombeiros.

Esses administradores financeiros foram a solução criada por alguns municípios depois de serem encontradas irregularidades graves em muitos corpos de bombeiros voluntários, como falhas de gestão financeira, incumprimento dos acordos e falhas operacionais, que obrigaram a imposição de um gestor financeiros do município, que gere por completo as verbas transferidas pelo município, proibindo o desvio de verbas para outras áreas e serviços, garantindo o normal serviço de socorro à população e a operacionalidade dos quartéis, uma forma de evitar o encerramento de muitos corpos de bombeiros voluntários, que obrigaria o município adquirir por completo a gestão do corpos de bombeiros passando-os a municipal, para garantir o socorro aos seus munícipes que é da sua obrigação.
 

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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Novos sistemas de cintos nas macas das ambulâncias.




Os novos sistema de fixação dos doentes as macas é uma imposição de uma norma europeia, que obriga a existência de cintos coletes de quatro pontos nas macas, como sistema de fixação de pediátrico às macas, sistemas de fácil aplicação e remoção, uma imposição resultante de um estudo de acidente rodoviários a nível europeu com esse tipo de veículos, onde os doentes eram projectados da maca em caso de acidente, sofrendo graves traumatismos. 

Muitas tripulações ainda mostram alguma relutância em aplicar esses novos sistemas de fixação aos doentes transportados em macas, muitos até foram retirados das ambulâncias, mas não podemos esquecer que em caso de acidente as tripulações são responsáveis pelo transporte da vítima, podendo ser responsabilizados pelo não uso dos sistemas de segurança existentes e disponíveis nas ambulâncias. 

Não vale ter conhecimentos nem equipamentos se não soubermos  usar nos doentes.


Autor Fénix
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