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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Os 300 pretorianos de Costa


A nova reestruturação que o governo quer fazer na ANPC, acabar com os actuais comandos distritais de operações e socorro e com toda a estrutura de apoio a esses comandos, e criar cinco comandos regionais e 23 sub-regionais é o culminar de uma política iniciada no fim de 2017, com o inicio da formação de 300 oficiais da GNR com formação de elementos de comando de bombeiros, administrado na ENB, que iram ocupar a grande maioria dos cargos de comando e de chefia dos comandos distritais e dos sub-regionais da nova estrutura da ANPC, deixando de fora quem comandava e chefiava anterior estrutura.

A estrutura dos bombeiros ao se perceber disso, que iria ficar totalmente subjugada à estrutura militar e as suas doutrinas, sem ninguém ligado aos bombeiros na nova estrutura da ANPC, exigiram ao governo um comando e um financiamento próprio, decretando um blackout informativo aos CDOS, deixando totalmente às escuras a ANPC.

Neste momento está instaurada uma guerra de poder institucional, uma guerra que foi planeada aos longos dos anos pelos governos socialistas e iria culminar com a criação da actual estrutura da ANPC, mas pelos vistos os bombeiros portugueses ainda tem uma palavra a dizer

Autor Fénix
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Ascensão de um novo sistema de socorro nacional.


O que foi aprovado no último Conselho de Ministros de 25 de Outubro, como a proposta da criação da taxa de protecção civil, é o principio da ascensão de um novo sistema de socorro nacional, centrado no estado e nos municípios.

O actual governo, que defende os ideais socialistas, e nos últimos anos tem criado políticas para assumir progressivamente o seu dever constitucional, que o socorro é um direito dos cidadãos é um dever do estado providenciar a prestação desse serviço básico, quer em tempos úteis e qualidade, e as políticas governamentais vão nesse sentido, principalmente com criação nos últimos anos da FEB (FEPC), GIPS e UME, que estão sobre a gestão do domínio da administração central, e se o estado quiser aproveitar o que já subsidia, seria indicado nacionalizar os corpos de bombeiros existentes, colocando sobre as administrações do poder local, ou seja, dos municípios, criando corpos de bombeiros mistos, englobando profissionais e voluntários como acontece em muitos países.
Autor Fénix
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O combate aos incêndios florestais e a NATO.





Neste momento existe uma grande contestação por parte dos bombeiros sobre as politicas governamentais que incidem sobre a protecção e o combate aos incêndios florestais em Portugal.

Essas políticas governamentais são um culminar  de outras medidas que são impostas aos nossos governantes a nível internacional, como o que a NATO impõe, que a nível da Defesa Nacional deve ser aplicado cerca 2% do PIB nacional, em vez dos actuais 1.32 do PIB aplicado pelo orçamento do estado na Defesa Nacional.

Os nossos governantes resolveram a questão do incumprimento da meta dos 2% do PIB aplicada à Defesa Nacional, com o aumento dos efectivos da GNR e a reintrodução das Forças Armadas na área da prevenção, fiscalização e no combate aos incêndios florestais.


 Já alguns anos tinha alertado que os bombeiros deviam abandonar o Ministério da Administração Interna e regressar ao Ministérios da Defesa Nacional. Mas os directores e comandantes dos corpos de bombeiros estavam mais preocupados e manter o actual rumo dos corpos de bombeiros, manter a sua sustentabilidade financeira na base de serviços fora do âmbito do socorro, abrindo brechas e deficiências operacionais, que foram aproveitadas pelas outras entidades, que investiram no profissionalismo e medidas para manter as suas forças motivadas financeiramente e psicologicamente, coisa que os corpos de bombeiros nos últimos anos não tem conseguido fazer. 

Autor Fénix
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sábado, 14 de janeiro de 2012

Extinto grupo da GNR de ataque a incêndios florestais


O Grupo de Intervenção Protecção e Socorro da GNR, que reúne 620 militares que intervêm na primeira meia-hora em incêndios florestais e em situações de catástrofe, irá ser extinto até final de Fevereiro e as suas funções delegadas nos bombeiros.

 O cenário pode representar para os militares - que estão alocados a sete companhias, um comando em Lisboa e a uma base permanente na Serra de Aires - o regresso a destacamentos ao longo do país e aos locais onde foram requisitados.

A denúncia partiu, sexta-feira, do porta-voz da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG), José Alho, com base em orientações que o secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D"Ávila, terá feito chegar ao Comando Geral da GNR, para que se proceda à extinção ocorra nas próximas semanas.

"Esta medida vai representar para o erário público o desbaratar de milhões de euros, que foram investidos em materiais, equipamentos e formação de recursos humanos", disse, ao JN, o dirigente, acrescentando que será "o combate aos incêndios florestais a sofrer o maior dano, tendo em conta os resultados obtidos".
"Estes militares contam com mais de 97% de eficácia nas suas acções. Pergunto: pode o país prescindir desta força especializada?", questionou José Alho.

Ao JN, fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) rejeitou "comentar qualquer medida isolada" de "um pacote mais alargado que esta a ser preparado", não confirmando a extinção do GIPS, que foram criados em 2006 pelo então ministro socialista António Costa - na altura com um corpo de 710 militares.

Fonte JN

Fénix

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Mas em que ficamos?

O Comando – Geral da GNR, como medida de austeridade aplicada pelo governo, que obriga a GNR a reduzir 5% dos 840 milhões de euros do orçamento para 20010. Assim ordenou que as patrulhas dos postos territoriais façam menos patrulhas e circuitos com menos quilómetros, para se poupar no consumo de gasóleo.

Mas que tipo de planeamento tem actualmente a GNR?

Gasta milhões de euros na aquisição de equipamento topo de gama para os GIPS, para fazer um trabalho que não era da sua competência, e depois como medida de contenção de despesa reduz a operacionalidade na sua principal actividade da competência da GNR, que é a segurança das populações?

Mesmo para um soldado da GNR é difícil de entender tal situação, quanto mais um para simples cidadão, onde uma instituição pública que vive actualmente de graves carências em todas as áreas, quer tomar conta de áreas de outras entidades, nem que para isso reduza a sua operacionalidade na sua principal actividade.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Novas viaturas de combate a incêndios da GNR

Em Maio de 2009 surgiu a denuncia no jornal da LBP que a GNR estava a desenvolver a mais de um ano em colaboração com a Mitsubishi e a empresa Tecopal, um protótipo de combate a incêndios capaz de actuar na primeira intervenção.


A GNR confirmou tudo, são cerca de 10 viaturas para combate inicial, negando que essas viaturas tenham o objectivo do ataque ampliado, como ainda na altura não se sabia quem iria suportar a despesa desses veículos, veículos adquiridos sem qualquer concurso público.

A ANPC afirmou que desconhecia aquisição por parte da GNR dessas viaturas, e alertou que também não existia por parte da GNR qualquer candidatura ao QREN, logo não iria suportar a despesa.

A GNR continuou com o projecto das viaturas, estando neste momento quase prontas na empresa Tecopal, viaturas com capacidade de 1600 litros de água, onde dá que entender que essas viaturas puderam ser usadas não só no combate a incêndios, como também na supressão de motins e de manifestações pelas forças de segurança.

Não sou contra a existência das viaturas, viaturas que continuam ater pouca operacionalidade no combate a incêndios, mas se uns para terem viaturas têm que se cumprir todo o processos legais ou sujeitarem-se estender a mão a caridade ou ao endividamentos bancários, outro dão-se ao luxo passar por cima de tudo e de todos.

Autor, Fénix
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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Operação de Marketing dos GIPS da GNR 2009.


Os GIPS da GNR já começaram a trabalhar arduamente, principalmente para a comunicação social, este fim-de-semana enquanto o país ardia, eram notícias em reportagens de conteúdo alargado em vários jornais e televisão.

Uma operação de marketing com um objectivo muito bem definido, mostrando equipamento recentemente adquiridos e as suas actividades, gabam-se que no Algarve os GIPS da GNR tem o maior número de saídas a nível nacional, mas esqueceram-se dizer que a ANPC este ano cortou consideravelmente os ECIN nos bombeiros no Algarve, substituindo essas equipas pelos GIPS da GNR. Somente com políticas de bastidores é que conseguem ter alguma operacionalidade, mesmo assim os bombeiros conseguem ter uma eficácia muito superior no terreno independentemente da politicas existentes.

A eficácia dos GIPS da GNR somente existe com a colaboração directa dos bombeiros Portugueses, porque sem os bombeiros poucos fogos os GIPS consegue extinguir, e seria de louvar que a GNR nas suas operações de marketing que já nos habituou, não esquecesse dos seus parceiros directos, seria benéfico para melhorar a relação entre as duas entidades, relação que tem piorado consideravelmente motivado por atitudes de prepotência praticados por alguns elementos dos GIPS da GNR que nem sabem ser nem estar.

Fénix
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