quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Ministério chegou a acordo com Liga dos Bombeiros
A Liga dos Bombeiros e o Ministério da Saúde já chegaram a uma pré acordo sobre
o transporte de doentes não urgentes.
Fonte Radio Mai
Fénix
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Federação de Bombeiros de Bragança quer que todas as corporações do distrito tenham um Posto Médico Avançado do INEM
Federação de Bombeiros de Bragança quer que todas as corporações do distrito tenham um Posto Médico Avançado do INEM. O presidente da Federação, Diamantino Lopes, alerta que as corporações que estão na linha do IC5 têm apenas postos de reserva.
Esta alteração da rede de emergência poderia aumentar as receitas dos Bombeiros, que atravessam dificuldade com a diminuição de receitas do transporte de doentes.
Fénix
sexta-feira, 9 de março de 2012
Calor leva Protecção Civil a aumentar medidas contra incêndios
Para além do alerta azul para os incêndios florestais, que está activo desde as 8h00 desta sexta-feira, a Protecção Civil decidiu tomar outras medidas para precaver o os efeitos do aumento das temperaturas máximas.
Dois helicópteros pesados Kamov vão ser colocados em Vila Real e em Santa Comba Dão e o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR vai ser reforçado nos distritos de Braga, Bragança, Coimbra, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
Vai ainda ser enviado um Grupo de Reforço Ligeiro da Força Especial de Bombeiros para Proença-a-Nova e foi pedido ao Exército que active o seu Plano LIRA, o que coloca alguns meios em estado de prontidão.
A preocupação dos bombeiros para o aumento do risco de propagação de fogos face às previsões de tempo quente e seco nos próximos dias, faz-se sentir desde já, uma vez que já foi ultrapassada a barreira
dos 100 incêndios registados ao longo desta sexta-feira.
Fonte Renascença
Nota: A ANPC não tomou qualquer iniciativa de reforçar qualquer dispositivo nos corpos de bombeiros nacionais, principalmente ativar equipas de primeira intervenção para o combate aos incêndios florestais, uma atitude que mostra um completo desprezo pelos bombeiros portugueses.
Fénix
quarta-feira, 7 de março de 2012
Escola Nacional de Bombeiros cobra 10 euros por cada cartão TS.
A ENB passou a cobrar por cada cartão de técnicas de
Socorrismo 10 euros, um cartão que normalmente eram distribuídos gratuitamente
aos formandos.
Fénix
domingo, 4 de março de 2012
Os culpados da actual situação são os dirigentes dos bombeiros.
A actual crise financeira que o sector dos bombeiros vive
actualmente, onde vários quartéis vão fechar portas nos próximos meses,
veículos parados por falta de combustíveis e despedimento em massa, devesse
somente aos dirigentes dos bombeiros.
Os bombeiros
actualmente apontam o dedo ao Ministério da Saúde como causador da actual crise
financeira que afecta os bombeiros, mas o Ministério da Saúde está somente a
seguir a política imposta pelos governantes, e já a alguns anos tinha avisado
os bombeiros para a implementação de novas normas, porque o que se estava a
passar a nível dos transporte dos doentes era insuportável financeiramente e imoral.
Os dirigentes por qualquer razão ignoram os avisos, e
começaram adquirir veículos e contratar bombeiros para os transportes de
doentes programados, muitos deles na anciã de aumentarem o volume de serviço
escoraram completamente o socorro, muitas das vezes caindo no ridículo, pondo
bombeiros credenciados em várias áreas do socorro a fazer transporte de doentes
programados e colocando depois bombeiros sem qualquer formação no socorro,
criando problemas a nível da operacionalidade do socorro, levando depois á
entrada de novas entidades no socorro como a FEB e os meios do INEM, entidades
que se serviram dos excelentes operacionais que os bombeiros tinham nos seus
quadros, que por qualquer motivo eram mal usados e ignorados pelos dirigentes
dos bombeiros.
Em plena crise financeira os dirigentes dois Bombeiros continuam
a querer renegociar com o Ministério da Saúde o problema do transporte de
doentes programado, um problema que já foi resolvido pelo Ministério da saúde,
cabe bombeiros aceitar ou não, e seja qualquer acordo, esse serviço deixou de
ser rentável desde que o IVA aumentou e que o gasóleo ultrapassou a fasquia dos
80 cêntimos por litro.
Os bombeiros deviam apontar o dedo a Ministério da
Administração Interna e ao poder local, por acaso o Ministério da Administração
Interna é o ministério que tutela os Bombeiros e não o Ministério da Saúde,
coisa que os dirigentes dos bombeiros se esqueceram, e é o Ministério da
Administração Interna e o poder local é que tem que resolver os problemas dos
bombeiros, e aquilo que devia estar em cima da mesa negocial era a criação em
todos os corpos de Bombeiros as EIP como passar a todos os corpos de Bombeiros
a PEM, além de criar incentivos aos voluntários, porque sem essa mão-de-obra o
socorro é financeiramente insuportável.
Os momentos de crise podem ser uma oportunidade de se
corrigir os erros do passado, erros que tiraram dignidade aos bombeiros,
transformando-os em tudo menos em Bombeiros, e os culpados foram os nossos
dirigentes.
Fénix
sexta-feira, 2 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Actuais fogos podem ser benéficos para prevenir incêndios de Verão
O inspector da Polícia Judiciária António Carvalho disse que os
recentes incêndios começam muitas vezes em queimadas, actividade normal para a
época do ano, e que até podem funcionar como prevenção contra os grandes fogos
de Verão.
Em declarações à agência Lusa, o inspector chefe da Polícia
Judiciária (PJ) descartou a possibilidade de mão criminosa nestes incêndios fora
de época, considerando-os mesmo «benéficos», caso ardam apenas matos e zonas de
incultos, já que são preventivos contra os grandes fogos de Verão, dado que os
locais ficam limpos.
«Os últimos incêndios devem-se sobretudo a situações que resultam
de acções negligentes. As pessoas não queriam provocar incêndios, o que queriam
era fazer determinadas actividades que são próprias desta época do ano»,
adiantou o coordenador do grupo de investigação às causas de incêndio da
PJ.
António Carvalho falava à Lusa a propósito dos inúmeros incêndios
florestais que têm deflagrado neste Inverno e que já levou o Ministério da
Administração Interna a reforçar os meios operacionais de
combate.
A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registou só no mês
de Fevereiro mais de quatro mil ocorrências de incêndios
florestais.
O inspector chefe da PJ explicou que as queimadas são
comportamentos típicos desta época do ano no mundo rural. Porém, este ano existe
uma «situação de risco» devido às condições meteorológicas, fazendo com que os
combustíveis finos, aqueles que facilmente se propagam, estejam
secos.
Fénix
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Governo quer transportar doentes em automóveis
O Ministério da Saúde quer abrir o transporte de doentes
não urgentes a viaturas ligeiras. A Liga de Bombeiros considera a atual proposta
demasiado "permissiva" e os taxistas prometem guerra à ideia.
Aproposta de
criar um regime de Viaturas de Transporte Simples de Doentes - defendida pelo
Ministério da Saúde, no âmbito do grupo de trabalho para rever o regulamento de
transporte de doentes não urgentes - não agrada a nenhum dos parceiros. A Liga
dos Bombeiros Portugueses (LBP) admite a ideia, mas considera-a "excessivamente
permissiva". E o presidente da Associação Nacional dos Transportadores em
Automóveis Ligeiros (ANTRAL), Florêncio Almeida, diz que seria uma "concorrência
desleal" aos táxis, prometendo que "a indústria irá para a rua"
contestar.
Fonte: Jornal de
Notícias
Fénix
Socorro em Risco
A manchete de hoje do DIÁRIO revela que há graves deficiências e contrariedades nos meios de socorro da Região, pondo em perigo de vida todos aqueles que deles necessitarem. Os bombeiros têm a haver do SESARAM mais de um milhão de euros. E sem dinheiro não há gasóleo ou reparações mecânicas. Miguel Ferreira diz que não pode fazer nada e que só com um empréstimo pode desbloquear pagamentos.
E quem empresta?
DN
Cada vez mais os órgãos de comunicação estão alertar para a grave situação económica dos bombeiros portugueses, uma situação que o actual governo não mostra interesse político em resolver e poderá ter consequências graves na nossa sociedade
Fénix
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Bombeiros Voluntários ameaçam fechar quartel se penhora das Finanças não for suspensa
O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santarém (AHBVS) ameaça fechar o quartel na manhã desta sexta-feira se não for suspensa uma ordem de penhora emitida pelas Finanças.
Diamantino Duarte disse à Agência Lusa que a associação foi informada quinta-feira, 9 de Fevereiro, pelo Hospital de Santa Maria, de que não poderia pagar as verbas que tem em dívida para com a corporação porque recebeu uma ordem de penhora das Finanças para reter o dinheiro destinado aos Bombeiros Voluntários de Santarém.
O presidente da AHBVS estranha que a associação não tenha sido informada de qualquer ordem de penhora, pelo que pediu cópia do documento ao Hospital de Santa Maria e solicitou informação à Administração Regional de Saúde sobre se existirão processos idênticos noutros hospitais.
Diamantino Duarte afirmou que a corporação tem procurado receber verbas em dívida, pois ainda não conseguiu pagar os ordenados de Janeiro aos bombeiros.
“Se não tivermos uma resposta do Ministério das Finanças até ao início da manhã de sexta-feira, vemo-nos obrigados a fechar o quartel”, disse.
A origem do problema está no processo de construção do novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Santarém, obra realizada contra a entrega, à empresa construtora, do património que a corporação possuía no centro histórico de Santarém.
A escritura foi feita valorizando o património cedido ao valor da obra, da ordem dos 2,4 milhões de euros, tendo as Finanças feito uma avaliação do terreno do novo quartel, quando a associação fez a inscrição matricial.
Segundo Diamantino Duarte, nessa avaliação as Finanças tiveram em conta não só o terreno mas a construção entretanto realizada, atribuindo um valor de imposto municipal de imóveis (IMI) de 18.000 euros.
A associação dirigiu-se então à direcção de Finanças de Santarém para reclamar a isenção desse imposto, tendo sido comunicado que teria de ser feito um requerimento ao Ministério das Finanças, entidade competente para conceder essa isenção, afirmou.
Diamantino Duarte lamenta que a AHBVS nunca tenha recebido uma resposta a esse pedido do Ministério das Finanças, tendo sabido hoje da existência de uma ordem de penhora.
O presidente da AHBVS adiantou que deu conhecimento de todo o processo ao Ministério da Administração Interna, que tutela os bombeiros, esperando que este interceda junto das Finanças no sentido de ser dada a isenção e, no imediato, a suspensão da penhora.
Fonte . O Mirante
Fénix
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O antecipar do inferno.
Este ano a época dos incêndios florestais poderá ser crítica,
a seca que esta atingir Portugal actualmente esta a ter consequências, estão
eclodir centenas de incêndios rurais e florestais um pouco pelo território
nacional, um antecipa do inferno que poderá ser com a chegada do Verão.
Este ano a época de incêndios promete ser polémica, a grande
maioria dos corpos de bombeiros estão e falência técnica, a desmotivação dos
bombeiros é geral, situações que irá ter consequências a nível operacional.
No terreno os problemas continuam os mesmos, falta de
limpeza das matas e florestas, caminhos rurais destruídos ou obstruídos, a
palavra prevenção e ordenamentos florestal continua a não ser sentida no
terreno, e como pouco ardeu nos anos transactos devido a eficácia dos
bombeiros, onde erradamente a ordem é para apagar tudo que arda, e o que devia
arder todo o ano cresceu para níveis nunca vistos, e um pequeno problema se
tornou agora um grade problema em caso de incêndio.
Fénix
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Quatro horas uma ambulância retida num serviço de urgência é muito tempo.
Quatro a seis horas uma ambulância
retida numa urgência hospitalar por falta de macas e cadeiras é o tempo que uma
ambulância de socorro dos bombeiros ,INEM ou CVP se sujeita a esperar.
Muitos hospitais nacionais já
alguns meses perderam a sua capacidade de resposta, neste momento estão a reter
dezenas de ambulâncias de socorro porque não tem macas e cadeiras para colocar
os doentes que chegam, na falta de meios improvisa-se com o que existe.
A situação esta um caos, e esta a
colocar em causa o socorro das populações, porque essas ambulâncias retidas
ficam impedidas de fazer qualquer serviço de socorro, e neste momento esta se a
criar listas de espera no serviço socorro pré-hospitalar, onde vitimas esperam
em agonia pelo socorro, e se uns tem capacidade de irem de veículos particulares
para os hospitais, outros não, e acabam por falecer por falta de um socorro em
tempo útil.
Se a situação não for resolvida
espera-se o colapso em breve do socorro pré-hospitalar, onde sem ambulâncias pouco
ou nada se pode fazer, senão esperar que uma ambulância fique disponível do
hospital.
Fénix
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Triagem? Qual quê!!!
Em Portugal qualquer um aplica normas, mesmo que essas
normas sejam ilegais e coloquem a vida das pessoas em risco.
Uma nova norma do Hospital de Santa Maria em Lisboa, fez que
os doentes transportados de ambulâncias ao serviço de urgência não tenham
qualquer prioridade, quer no acto da inscrição quer na triagem.
Um doente que chegue a aquela unidade de saúde de ambulância,
a tripulação da ambulância depara-se com um segurança de uma empresa privada a
perguntar o que se passa com o doente, como os bombeiros se recusam a passar
qualquer informação clínica ao segurança por imposição legal, o doente fica à
espera que a triagem chame o doente, numa zona onde é impossível ouvir a
chamada da triagem.
O tempo de espera normalmente nunca é inferior a 30 minutos,
depende da hora, e temos doentes graves e não graves á espera que a triagem
resolva chamar o doente e tripulações, situação que põem em causa a vida dos
utentes, porque até á chamada da triagem ninguém faz nada aos doentes.
Com essa norma o tempo as ambulâncias de socorro dos
bombeiros e INEM ficam retidas nessa unidades hospitalar, uma situação que já
passou a ser norma, ou é por falta de macas, à espera da inscrição do doentes
ou á espera que a triagem chame o doente e tripulação.
Fénix
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
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