sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Ser Bombeiro é 2º que mais satisfaz.
A universidade de Chicago fez um estudo para saber quais as carreiras profissionais com os profissionais mais felizes.
No topo da lista das diversas profissões, estão as pessoas que dedicam as suas vidas profissionais ao serviço religioso, seguido pelos bombeiros e fisioterapeutas.
Assim a actividade de bombeiro é a segunda actividade profissional que mais satisfaz a nível pessoal, as longas jornadas de trabalho aliadas ao risco iminente, e ordenados baixos, não são suficientes para diminuir a satisfação de um bombeiro quando consegue resgatar alguém com vida
Fénix
Amaragem de helicóptero
Muito se tem escrito sobre os meios aéreos na arear do socorro, nos últimos anos o governo renovou a frota de helicópteros das FAP, mas certamente não tem essas características, de fazer uma amaragem para efectuar o socorro a um náufrago, como o príncipe William fez aos comandos desse helicóptero.
Fénix
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Deputada do CDS-PP apela introdução do SBV no ensino escolar.
A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro apelou na Assembleia da Republica a introdução suporte básico de vida no ensino escolar.
Em Portugal estamos na calda da Europa no ensino dos primeiros socorros á população. Os portugueses durante o seu percurso escolar não falam em primeiros socorros, até consentimos que pessoas tirem curso superiores sem nunca terem aulas de primeiros socorros, depois muitos cidadãos portugueses tiveram a infelicidade de verem morrer à sua frente familiares directos, amigos ou um simples cidadão porque não sabiam socorrer.
Muitos corpos de bombeiros portugueses já há muitos anos têm vindo a dar formação na área dos primeiros socorros às escolas locais, uma forma combater a falta de uma disciplina importante no ensino escolar da população.
Fénix
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Uso do fogo passa a ser crime público com penas agravadas.
Lei nº 56/2011 de 15-11-2011
Artigo 274.º - Incêndio florestal
1 - Quem provocar incêndio em terreno ocupado com floresta, incluindo matas, ou pastagem, mato, formações vegetais espontâneas ou em terreno agrícola, próprios ou alheios, é punido com pena de prisão de 1 a 8 anos.
2 - Se, através da conduta referida no número anterior, o agente:
a) Criar perigo para a vida ou para a integridade física de outrem, ou para bens patrimoniais alheios de valor elevado;
b) Deixar a vítima em situação económica difícil; ou
c) Actuar com intenção de obter benefício económico;
é punido com pena de prisão de três a doze anos.
3 - Se o perigo previsto na alínea a) do n.º 2 for criado por negligência, o agente é punido com pena de prisão de dois a dez anos.
4 - Se a conduta prevista no n.º 1 for praticada por negligência, o agente é punido com pena de prisão até três anos ou com pena de multa.
5 - Se a conduta prevista no número anterior for praticada por negligência grosseira ou criar perigo para a vida ou para a integridade física de outrem, ou para bens patrimoniais alheios de valor elevado, o agente é punido com pena de prisão até cinco anos.
6 - Quem impedir o combate aos incêndios referidos nos números anteriores é punido com pena de prisão de um a oito anos.
7 - Quem dificultar a extinção dos incêndios referidos nos números anteriores, designadamente destruindo ou tornando inutilizável o material destinado a combatê-los, é punido com pena de prisão de um a cinco anos.
8 - Não é abrangida pelo disposto nos n.ºs 1 a 5 a realização de trabalhos e outras operações que, segundo os conhecimentos e a experiência da técnica florestal, se mostrarem indicados e forem levados a cabo, de acordo com as regras aplicáveis, por pessoa qualificada ou devidamente autorizada, para combater incêndios, prevenir, debelar ou minorar a deterioração do património florestal ou garantir a sua defesa ou conservação.
9 - Quando qualquer dos crimes previstos nos números anteriores for cometido por inimputável, é aplicável a medida de segurança prevista no artigo 91.º, sob a forma de internamento intermitente e coincidente com os meses de maior risco de ocorrência de fogos.
A alteração da lei somente mostra o desconhecimento total dos nossos governantes da cultura do fogo pelos cidadãos.
Actualmente qualquer cidadão pode ser considerado criminoso caso use o fogo para qualquer fim, mesmo agrícola, uma politica que ainda vai agravar a problemática dos incêndios florestais, porque proibir não é o mesmo que proteger.
Fénix
Bombeiros deixam de estar isentos nas taxas moderadoras.
Decreto-Lei n.º 113/2011
de 29 de Novembro
Artigo 4.º
Isenção de taxas moderadoras
g) Os bombeiros, nas prestações em cuidados de saúde primários e, quando necessários em razão do exercício da sua actividade, em cuidados de saúde hospitalares;
Se actualmente a nível de incentivos aos bombeiros era uma mão cheia de nada, agora com actual situação ainda piora a situação.
O que o actual governo fez foi uma operação cosmética na lei, porque entende-se cuidado de saúde primários:
- Promoção de uma nutrição correcta e de um aprovisionamento conveniente de água potável;
- Medidas de saneamento básico;
- Saúde materna e infantil, incluindo aqui o planeamento familiar;
- Vacinação contra as grandes patologias infecciosas;
- Prevenção e redução de endemias locais;
- Educação sobre os problemas de saúde predominantes e os meios de os prevenir e tratar;
- Tratamento apropriado das doenças e dos traumatismos correntes.
Quando um bombeiros no exercício da sua actividade necessita ter cuidados de saúde hospitalar, o governo esta isento de quaisquer despesas com esse bombeiro, porque tais situações são acidentes de trabalho, onde são accionados os seguros de acidente de trabalho, seguro obrigatório por lei.
Assim os bombeiros vão pagar as taxas moderadoras, como outro comum cidadão, acabando o único incentivo que Portugal dava aos bombeiros voluntários.
Fénix
Acção de sensibilização para prevenção do local do crime.
Realizou-se no dia 6 de Dezembro de 2011 na Escola de Policia Judiciaria em Loures, uma acção de sensibilização para prevenção do local do crime.
Na acção de formação estiveram cerca de duzentas agentes de socorro e segurança, desde bombeiros, CVP, INEM, PSP e ANPC.
Durante a acção de formação foram abordados métodos de prevenção do local do crime para situações de incêndios florestal, incêndios urbanos e no socorro pré-hospitalar.
A prevenção de indícios criminais no local do crime deve ser levado em conta pelos agentes de socorro e segurança, porque normalmente são eles que chegam em primeiro lugar ao local das ocorrências, desde que não punham o socorro da vítima em causa, devem preservar os indícios do crime para que as entidades competentes analisem e que se apure a verdade sobre dos factos ocorridos.
Fénix
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Comandante do Corpo de Bombeiros de Vialonga demitiu-se.
O comandante Corpo de Bombeiros de Vialonga, José Sousa demitiu-se cargo de comandante.
Um comandante que assumiu publicamente não ter capacidade de resposta ao primeiro minuto para o socorro da população, tudo porque a direcção do Corpo de bombeiros tem desviado os meios humanos para o transporte de doentes, em especial no transporte de doentes deficientes.
Saliente do grave problema existente e as suas consequências legais, o comandante José Sousa afirmou publicamente.
- Não quero ter na consciência a responsabilidade pela morte de uma pessoa,
O problema é persistente em Portugal, as direcções dos corpos de bombeiros a meterem-se na parte operacional, tirando poderes aos comandantes ou submeterem os comandos às suas ordens e doutrinas, onde o importante é o que dá lucro, e como o socorro não dá lucro é escorado completamente.
A situação operacional de Vialonga não é única em Portugal, mas ficou marcada pela única demissão, onde o comandante alegou publicamente a falta de recursos para efectuar um socorro digno á sua população.
Fénix
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Formação em Salvamento e Socorro e todo o tipo de ambientes
Descrição Cordas, Aquático, Fogo, Extracção, Socorrismo, Montanha, Espaços Confinados, Trabalhos em Altura etc.
Missão Para que os outros vivam, sem ninguém precisar de morrer!
Produtos Salvamento por Cordas
Salvamento em Montanha
Salvamento em Águas Bravas e Cheias
Trabalhos em Espaços Confinados
Trabalhos em Altura
Combate a Incêndios
Socorrismo
Na falta de resposta formativa pelas entidades oficiais, cada vez mais surgem escolas especializadas na formação em salvamento e socorro em Portugal.
Uma resposta formativa que tem levado a muitos corpos de bombeiro adquirir formação especializada para os seus homens em diversas vertentes do socorro, uma formação normalmente de qualidade mas muitas das vezes não reconhecida pelas entidades oficiais.
Fénix
Missão Para que os outros vivam, sem ninguém precisar de morrer!
Produtos Salvamento por Cordas
Salvamento em Montanha
Salvamento em Águas Bravas e Cheias
Trabalhos em Espaços Confinados
Trabalhos em Altura
Combate a Incêndios
Socorrismo
Na falta de resposta formativa pelas entidades oficiais, cada vez mais surgem escolas especializadas na formação em salvamento e socorro em Portugal.
Uma resposta formativa que tem levado a muitos corpos de bombeiro adquirir formação especializada para os seus homens em diversas vertentes do socorro, uma formação normalmente de qualidade mas muitas das vezes não reconhecida pelas entidades oficiais.
Fénix
Pré-hospitalar novamente nos CDOS.
A saída de meios de emergência pré-hospitalar (eventos da família 400), dos corpos de bombeiros começaram novamente a ser obrigatórios a dar a saída para os CDOS.
Por vezes é mais difícil em corrigir o erro do que praticar o erro, o MAI desta vez mostrou a sua capacidade de correcção de uma medida imposta aos corpos de bombeiros, que os proibia a dar saída dos meios de emergência pré-hospitalar para os Centros Distritais Operações e Socorro (CDOS), que punha em causa a coordenação desses meios a nível nacional e originava um faseamento estatístico nacional, porque a grande maioria dos serviços de socorro dos bombeiros são no âmbito do pré-hospitalar.
Fénix
MAI ameaça corta subsídios a corpos de bombeiros desnecessários.
O ministro da Administração Interna ameaça cortar subsídios aos corpos de Bombeiros desnecessários, dando o exemplo do concelho do Alijó, onde existem seis corpos de bombeiros para uma população de 12 mil habitantes.
Tudo estará dependente da carta de riscos a ser elaborada, que ditara o fim de muitos corpos de bombeiros, se não existe risco não existem subsídios do MAI para existência do corpo de bombeiros.
Uma situação bastante polémica, porque poderá deixar milhares de habitantes sem socorro em tempo útil, como originara que muitos empresários deixem de investir em certas zonas do país pela não existência de nenhuma estrutura de socorro próxima que possa defender os seus investimentos em caso de acontecer alguma coisa na área do socorro.
Fénix
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Equipas de Apoio Psicossocial - ANPC
Equipas de Apoio Psicossocial - ANPC
Descrição Equipas de Apoio Psicossocial em Emergência pertencentes à estrutura de Protecção Civil de Portugal, tendo como público-alvo os bombeiros envolvidos em acidentes e cenários de incidentes críticos, bem como os seus familiares.
Fénix
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Accionamento de meios de socorro por sistema informático.
Os Centros Distrital Operação e Socorro (CDOS), irão brevemente accionar meios de socorro somente por sistema informático, como os CDOS irão receber as saídas de meios de socorro dos bombeiros somente por sistema informático.
O accionamento dos meios de socorro por sistema informáticos torna-se mais rápido e mais económico, uma medida que já é aplicada em muitos países da Europa, onde as centrais de bombeiros não recebem chamadas de socorro, onde os alertas normalmente são efectuados por sistemas informáticos provenientes dos operadores das centrais distritais de socorro.
Isso implica que as centrais dos bombeiros tenham o mesmo sistema informático e que os bombeiros recebam formação para trabalhar com o sistema, como obriga a existência de um operador na central dos bombeiros 24sober 24 horas ou se criem sistemas de protecção e segurança para que nenhum pedido de socorro emitido pelo sistema informático dos CDOS fique por fazer
Fénix
O accionamento dos meios de socorro por sistema informáticos torna-se mais rápido e mais económico, uma medida que já é aplicada em muitos países da Europa, onde as centrais de bombeiros não recebem chamadas de socorro, onde os alertas normalmente são efectuados por sistemas informáticos provenientes dos operadores das centrais distritais de socorro.
Isso implica que as centrais dos bombeiros tenham o mesmo sistema informático e que os bombeiros recebam formação para trabalhar com o sistema, como obriga a existência de um operador na central dos bombeiros 24sober 24 horas ou se criem sistemas de protecção e segurança para que nenhum pedido de socorro emitido pelo sistema informático dos CDOS fique por fazer
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Pré-hospitalar fora dos CDOS
Por determinação da Autoridade Nacional de Protecção Civil ANPC, a partir do dia 14 de Novembro, os corpos de bombeiros deixam de dar a saída de meios ao Comando Distrital de Operações de Socorro CDOS, para as ocorrências de emergência pré-hospitalar (eventos da família 400), uma vez que essa actividade compete ao INEM, no âmbito do sistema integrado de emergência médica.
Uma situação que ira reduzir o mais de 90% trabalho existente nos CDOS, dando a possibilidade da ANPC reduzir significativamente os postos de trabalho dos operadores, como muitos CDOS deixam de existir pelo número insignificantes de ocorrência.
Partir dessa data deixa de existir em Portugal um organismo estatal que coordene as ambulâncias dos bombeiros a nível distrital, porque o INEM somente coordena as ambulâncias INEM, que são um número insignificante comparado com as ambulâncias existentes nos bombeiros, que partir dessa datada ninguém sabe a onde andam nem o que fazem.
A ANPC que sempre impôs normas para a coordenação de todos os meios de socorro dos bombeiros, desta forma abriu mão sem precedentes da coordenação dos meios de socorro do pré-hospitalar dos bombeiros, como o pré-hospitalar não fizesse parte das missões de socorro primordiais dos bombeiros portugueses.
Fénix
Uma situação que ira reduzir o mais de 90% trabalho existente nos CDOS, dando a possibilidade da ANPC reduzir significativamente os postos de trabalho dos operadores, como muitos CDOS deixam de existir pelo número insignificantes de ocorrência.
Partir dessa data deixa de existir em Portugal um organismo estatal que coordene as ambulâncias dos bombeiros a nível distrital, porque o INEM somente coordena as ambulâncias INEM, que são um número insignificante comparado com as ambulâncias existentes nos bombeiros, que partir dessa datada ninguém sabe a onde andam nem o que fazem.
A ANPC que sempre impôs normas para a coordenação de todos os meios de socorro dos bombeiros, desta forma abriu mão sem precedentes da coordenação dos meios de socorro do pré-hospitalar dos bombeiros, como o pré-hospitalar não fizesse parte das missões de socorro primordiais dos bombeiros portugueses.
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sábado, 12 de novembro de 2011
Doze distritos sob alerta laranja devido às previsões de vento forte
Doze distritos do norte e centro de Portugal Continental estão sob aviso laranja devido às previsões de vento forte, informa o Instituto de Meteorologia, que prevê rajadas de 110 quilómetros por hora nas terras altas.
Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Leiria, Castelo Branco e Portalegre são os distritos que se encontram sob aviso laranja (o segundo mais grave numa escala de quatro) devido às previsões de vento forte.
Outros cinco ditritos - Lisboa, Santarém, Setúbal, Beja e Faro - estão sob alerta amarelo (terceiro mais grave), devido às previsões de chuva forte.
Fonte :Agência Lusa
Fénix
Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Leiria, Castelo Branco e Portalegre são os distritos que se encontram sob aviso laranja (o segundo mais grave numa escala de quatro) devido às previsões de vento forte.
Outros cinco ditritos - Lisboa, Santarém, Setúbal, Beja e Faro - estão sob alerta amarelo (terceiro mais grave), devido às previsões de chuva forte.
Fonte :Agência Lusa
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Activação de meios de socorro mais próximo da ocorrência.
Um recente acordo entre a LPB e o INEM, que ainda não tive oportunidade de o ler na íntegra, possibilita as centrais CODU accionar as ambulâncias de socorro (INEM) sediadas nos Bombeiros pela proximidade ao local da ocorrência e não pela área de actuação própria.
Com esse novo acordo, uma ambulância de socorro INEM PEM pode fazer serviços consecutivos fora da sua zona de actuação própria, desde que seja a ambulância mais próxima do local da ocorrência.
Esse tipo de situação pode ser benéfica, reduzindo consideravelmente o tempo da prestação de socorro, mas lança muitas dúvidas a nível legal, quem é responsável de uma determinada área geográfica pelo socorro pré-hospitalar?
O corpo de Bombeiros responsável pela AAP ou o INEM?
Quem tem a obrigação de fazer o quê e como?
Outra situação é a existência de ambulâncias de socorro não INEM mais próximas do local da ocorrência coordenadas pelos bombeiros, que não estão afectas a rede de ambulâncias do INEM, onde o INEM não às acciona, que ultimamente esta a gerar polémica entre a população, bombeiros e INEM, originado pelos atrasos dos meios de socorro.
Fénix
Com esse novo acordo, uma ambulância de socorro INEM PEM pode fazer serviços consecutivos fora da sua zona de actuação própria, desde que seja a ambulância mais próxima do local da ocorrência.
Esse tipo de situação pode ser benéfica, reduzindo consideravelmente o tempo da prestação de socorro, mas lança muitas dúvidas a nível legal, quem é responsável de uma determinada área geográfica pelo socorro pré-hospitalar?
O corpo de Bombeiros responsável pela AAP ou o INEM?
Quem tem a obrigação de fazer o quê e como?
Outra situação é a existência de ambulâncias de socorro não INEM mais próximas do local da ocorrência coordenadas pelos bombeiros, que não estão afectas a rede de ambulâncias do INEM, onde o INEM não às acciona, que ultimamente esta a gerar polémica entre a população, bombeiros e INEM, originado pelos atrasos dos meios de socorro.
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Novas normas na formação do pré-hospitalar
Estão a decorrer reuniões entre a LBP e o INEM, e ENB com o objectivo de reformular o processo de formação na área do TAT e o TAS.
Estão já acordados um conjunto de princípios, que pensamos ser de grande importância como a formação modular, o horário pós-laboral, o período de 12 meses para a fazer e a certificação passar para períodos de 5 anos.
A formação deve ser organizada de forma descentralizada.
A estrutura acordada tem a organização abaixo descrita.
TAT
Proposta para 50 horas a carga horária do produto TAT, dividindo-se em 2 módulos de 25 horas cada, a saber:
- Módulo SBV e DAE
Objectivos:
- Englobar a formação DAE estendendo-a a todos os destinatários;
- Fundamentação da opção anterior com base no que determina o “state of the art” internacional desta área;
- Flexibilidade horária na realização do cronograma (respeitando a unicidade do SBV-D e SBV pediátrico);
- Disposição em módulos de 25 horas que permita, posteriormente, a sua inclusão no Catálogo Nacional de Qualificações (upgrade ao nível de habilitações pessoais dos destinatários desta formação).
TAT – Nível II
Proposta de aumento para 25 horas correspondendo à lógica das unidades de crédito permitindo, com esta alteração, juntar as datas necessárias de revalidação da valência (TAT antigo e DAE).
TAS
Proposta para 200 horas a carga horária do produto TAS, dividindo-se em 5 módulos com as seguintes designações e cargas horárias:
- Abordagem e RCP – 25 horas
- Normas, parto e pediatria – 25 horas
- Emergência Médica – 50 horas
- Trauma – 75 horas
- Integração ao SIEM – 25 horas
A- Módulo Trauma
alguns considerandos relativamente à estrutura apresentada:
- O 1º e o último módulo são fixos no que concerne à apresentação do cronograma. Resulta do exposto que os módulos 2, 3 e 4 podem ser realizados sem exigência sequencial;
- O formando que cumpra com sucesso a valência TAT ser-lhe-á proporcionada equivalência automática ao 1º módulo da valência TAS;
- Flexibilidade horária na realização do cronograma (respeitando a unicidade do SBV-D e SBV pediátrico);
- O percurso do candidato terá que ser feito num período que não exceda 12 meses após o inicio da sua formação;
- O último módulo de 25 horas é integralmente realizado no INEM sendo composto por 3 módulos tutorados em ambulância aos quais acrescem 4 horas de observação no CODU.
TAS – Nível II
Proposta de redução para 25 horas correspondendo à lógica das unidades de crédito. Face ao alargamento do período em que a valência está activa, foi defendido a necessidade de formação contínua, em especial nos elementos onde a operacionalidade seja mais esporádica.
Estão já acordados um conjunto de princípios, que pensamos ser de grande importância como a formação modular, o horário pós-laboral, o período de 12 meses para a fazer e a certificação passar para períodos de 5 anos.
A formação deve ser organizada de forma descentralizada.
A estrutura acordada tem a organização abaixo descrita.
TAT
Proposta para 50 horas a carga horária do produto TAT, dividindo-se em 2 módulos de 25 horas cada, a saber:
- Módulo SBV e DAE
Objectivos:
- Englobar a formação DAE estendendo-a a todos os destinatários;
- Fundamentação da opção anterior com base no que determina o “state of the art” internacional desta área;
- Flexibilidade horária na realização do cronograma (respeitando a unicidade do SBV-D e SBV pediátrico);
- Disposição em módulos de 25 horas que permita, posteriormente, a sua inclusão no Catálogo Nacional de Qualificações (upgrade ao nível de habilitações pessoais dos destinatários desta formação).
TAT – Nível II
Proposta de aumento para 25 horas correspondendo à lógica das unidades de crédito permitindo, com esta alteração, juntar as datas necessárias de revalidação da valência (TAT antigo e DAE).
TAS
Proposta para 200 horas a carga horária do produto TAS, dividindo-se em 5 módulos com as seguintes designações e cargas horárias:
- Abordagem e RCP – 25 horas
- Normas, parto e pediatria – 25 horas
- Emergência Médica – 50 horas
- Trauma – 75 horas
- Integração ao SIEM – 25 horas
A- Módulo Trauma
alguns considerandos relativamente à estrutura apresentada:
- O 1º e o último módulo são fixos no que concerne à apresentação do cronograma. Resulta do exposto que os módulos 2, 3 e 4 podem ser realizados sem exigência sequencial;
- O formando que cumpra com sucesso a valência TAT ser-lhe-á proporcionada equivalência automática ao 1º módulo da valência TAS;
- Flexibilidade horária na realização do cronograma (respeitando a unicidade do SBV-D e SBV pediátrico);
- O percurso do candidato terá que ser feito num período que não exceda 12 meses após o inicio da sua formação;
- O último módulo de 25 horas é integralmente realizado no INEM sendo composto por 3 módulos tutorados em ambulância aos quais acrescem 4 horas de observação no CODU.
TAS – Nível II
Proposta de redução para 25 horas correspondendo à lógica das unidades de crédito. Face ao alargamento do período em que a valência está activa, foi defendido a necessidade de formação contínua, em especial nos elementos onde a operacionalidade seja mais esporádica.
Todo o processo esta a ser dirigido secretamente sem conhecimento dos formadores da ENB, formadores que deviam estar inseridos no desenvolvimento desse projecto, porque tem sido eles que tem dado algum desenvolvimentos na formação pré-hospitalar em Portugal, onde lamentavelmente nem sequer foram ouvidos.
Fénix
Eleição para presidente da LBP é tudo menos democrática.
Este ano 28,29 e 30 de Outubro realiza-se no Peso da Régua o 41º congresso da Liga dos Bombeiros Portugueses, onde vai ser eleito o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses para o triénio 2012 a 2014, uma eleição onde somente os senhores comandantes e presidentes das associações de bombeiros têm direito a voto.
Um dos princípios de um estado democrático e o principio segundo a qual toda a soberania reside no povo, que escolhe os seus titulares através de sufrágio directo e universal.
Os bombeiros portugueses, que são o elo mais importante da sua estrutura não são chamados a escolher quem os vai representar nem quem vai decidir sobre os seus destinos no próximo triénio, uma situação lamentável que tem levando vez mais o afastamento dos bombeiros da LBP, porque a eleição do presidente da LBP é tudo menos democrática.
Fénix
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