sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sistema de combate incêndios de Andaluzia.

Um sistema de combate e de prevenção a incêndios florestais de Andaluzia, defendido pelo escritor e jornalista Pedro Almeida Vieira seria o ideal para o território português.

O Escritor e jornalista alega:

a) quem diz que comparação com a Andaluzia não faz sentido, desconhece a Andaluzia. Tem uma área florestal potencial de 4,6 milhões de hectares (superior á portuguesa), mas neste parte existem quase 700 mil hectares de pinhais (sensivelmente a área actualmente existente em Portugal). A área ardida é colossalmente inferior à portuguesa, sendo raros os anos da última década com mais de 10 mil hectares ardidos (em Portugal, são raros os anos com menos de 100 mil hectares ardidos; 3 em 10, na última década, sendo que 2003 ardeu mais de 400 mil e em 2005 mais de 300 mil

c) Aspecto essencial que não tenho conseguido fazer entender, sem entender porquê. Eu não sou contra os bombeiros. Sou contra um sistema promovido pelo Estado ao longo dos anos que baseia o combate aos fogos florestais numa estrutura que nem é carne nem é peixe. Ou seja, eu preferia ver as brigadas profissionalizadas (que apenas actuam nos meses de Verão), a serem profissionais a 100% durante os 12 meses do ano.

Nota: Em 2009,Andaluzia evacuação de 1.500 pessoas na zona de Mojácar, na Andaluzia.
O fogo lavra na região desde as 16 horas de ontem. Mas, somada toda a área ardida, o cenário é o pior dos últimos 15 anos.

Na semana passada, outro incêndio na Sierra Cabrera destruiu 5.000 hectares.

O sistema a região de Andaluzia gastou em 2009 cerca 184.5 milhões de euros no sistema de prevenção e de combate aos incêndios florestais, para uma área 87.268 Km 2, , onde Portugal tem 92.090 Km 2, 60% dessa verba foi utilizada na área de prevenção. A zona florestal de Andaluzia esta ordenada e organizada, que facilita em muito o combate em caso ocorra um incêndio, e o sistema de combate e prevenção tem cerca de 4.841 homens, onde desconheço o número de viaturas e de meios aéreos usados.

Mas em 2009 o sistema falhou, Espanha foi vítima de grandes incêndios, causando 8 mortos.

E noz por cá.

O que esta a falhar?

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Uma imagem vale por mil palavras.


Incêndio na serra do Gerês 2010, foto de Daniel Abreu Antunes.
Fénix

Uma tragédia anunciada parte II


O que esta se a passar em Portugal a nível dos incêndios florestais não é nada mais a pura irresponsabilidade dos nossos governantes, autarcas e instituições governamentais.

Foram criadas todas as condições para a existência de grandes incêndios florestais, ninguém fez o que devia fazer e as consequências estão ai. Portugal arde como 2003 e 2005, e agora somente espero que os nossos governantes não tenham amabilidade de acusar os bombeiros portugueses dessa tragédia anunciada, como fizeram em anos transactos, porque os culpados estão muito bem identificados, e aja a coragem de uma vez por todas pedir explicações a quem de direito, e tira-los de uma vez da sombra onde vivem.

Autor Fénix
Foto de Cesar Resende

sábado, 24 de julho de 2010

Bombeiros sem fatos de protecção individual

Em pleno 2010, muitos corpos de bombeiros nacionais não tem fatos de protecção individuais, obrigatórios quando os bombeiros combatem incêndios urbanos, industriais ou acidente rodoviários.

Uma lacuna grave que preocupa os bombeiros e as suas famílias, onde a inexistência desse tipo de equipamento de protecção individual põem em causa a segurança dos próprios bombeiros e traz consequências graves, em casos de ocorrer um acidente, os seguros podem não cobrir qualquer despesa, porque não foram compridas as normas de segurança legalmente impostas.

Mas muitos bombeiros tem equipamento de protecção individual, mas os próprios bombeiros não usam, um acto de negligência grave praticado pelos próprios bombeiros, que somente reflecte a falta respeito pela sua própria segurança e pela instituição que servem. Uma má imagem muitas das vezes captadas em fotografias e em vídeos nos locais das ocorrências.

Eu somente culpo as direcções e os comandos desses bombeiros, porque não adquirem os equipamentos de protecção individual, preferem ter bons carros topo de gama e outros luxos supérfluos e não dão importância á segurança dos seus próprios homens, permitindo que muitos bombeiros saem para as ocorrências sem o devido equipamentos de protecção individual.

Mas no entanto a grande maioria dos corpos de bombeiros do nosso país tem os seus homens bem equipados com equipamentos de protecção individual, inverteram a tendência praticadas á muitos anos, em primeiro lugar esta a segurança dos seus homens e depois as viaturas, um equilíbrio possível de atingir com uma boa gestão dos recursos financeiros, onde formação, equipamentos de protecção e equipamentos para trabalho, fazem a diferença a nível operacional.

Se uns conseguem, porque é que os outros não conseguem?

Autor Fénix

sábado, 10 de julho de 2010

Detectores de fumo

Este semana uma criança de doze anos morreu carbonizada num incêndio numa vivenda. Quando os bombeiros chegaram ao local, a habitação já estava a ser totalmente consumida pelas chamas, foi impossível de salvar a criança.

Se essa habitação tivesse um detector de fumo, talvez essa criança estivesse viva. Assim que o pequeno foco de incêndio liberta-se uma pequena quantidade de fumo, e detector de fumo emitia o alarme sonoro, suficiente auditivo para acordar os ocupantes da habitação, dava-lhes tempo para extinguir o incêndio ou sair em segurança.

Mais uma vez o incêndio não foi detectado pelos ocupantes, quando o incêndio foi detectado já era tarde para salvar o próprio filho, uma situação dramática para aquela família.

Actualmente existe no mercado detectores de fumo que podem ir dos dez aos trinta euros euros, podem ser encontrados nas casas de especialidades ou mesmo no AKI, são fáceis de montar, os mais baratos são a pilha, basta colocar a pilhas e colar no tecto.

São pequenos objectos como esses que fazem a diferença entre a vida e a morte, e deviam ser divulgados pela comunicação social, mas os portugueses gostam mais de futebol, Fátima e fados, e os acidentes somente acontecem aos outros, é essa falta de cultura de segurança que custam milhões de euros em património destruído e reclamam muitas vidas humanas todos os anos.

Não faz mal, somente acontece aos outros, aqueles pais também pensavam assim…

domingo, 27 de junho de 2010

Bombeiros vão receber 200 milhões

No espaço de quatro anos, o Governo pretende injectar 200 milhões de euros nos bombeiros portugueses, com verbas com proveniência da União Europeia.

Noticias Online

Esta notícia me deixou completamente espantado, será que é desta que existira um verdadeiro investimento nos bombeiros portugueses?

Veremos...

Fénix.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Mas em que ficamos?

O Comando – Geral da GNR, como medida de austeridade aplicada pelo governo, que obriga a GNR a reduzir 5% dos 840 milhões de euros do orçamento para 20010. Assim ordenou que as patrulhas dos postos territoriais façam menos patrulhas e circuitos com menos quilómetros, para se poupar no consumo de gasóleo.

Mas que tipo de planeamento tem actualmente a GNR?

Gasta milhões de euros na aquisição de equipamento topo de gama para os GIPS, para fazer um trabalho que não era da sua competência, e depois como medida de contenção de despesa reduz a operacionalidade na sua principal actividade da competência da GNR, que é a segurança das populações?

Mesmo para um soldado da GNR é difícil de entender tal situação, quanto mais um para simples cidadão, onde uma instituição pública que vive actualmente de graves carências em todas as áreas, quer tomar conta de áreas de outras entidades, nem que para isso reduza a sua operacionalidade na sua principal actividade.

sábado, 19 de junho de 2010

Uma dura realidade


Actualmente muitos corpos de bombeiros em Portugal têm dificuldade em arranjar Bombeiros para as equipas de combate a incêndios florestais para o DECIF 2010, várias notícias saídas a público em jornais nacionais denunciam essa situação.

Actualmente a grande maioria dos corpos de bombeiros tem graves carência de mão-de-obra voluntária e muitos bombeiros actualmente estão desmotivados com a sua estrutura e com o que a ANPC paga por hora a cada bombeiro para fazerem partes dessas equipas, comparando com o que as outras restantes forças existentes recebem.

A ANPC saliente do problema, continua a não ouvir, a não ver e a não falar sobre esse assunto, como se o assunto fosse tabu, como se esse problema somente fosse da competência dos Comando dos corpos de bombeiros, que não conseguem motivar os seus homens a aderirem ao DECIF, o que leva a que muitos Comando dos corpos de Bombeiros inserirem nas equipas elementos menos referenciados, originando problemas, quer na segurança desses homens e na operacionalidade da primeira intervenção.

Autor Fénix

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Formação de primeiros socorros para todos os gostos e feitios.


Portugal está muitos anos na cauda da Europa na formação de primeiros socorros para a população em geral, é normal chegar a idade da reforma ou acabar a formação superior sem nunca ter qualquer conhecimentos na área de primeiros socorros, uma área fulcral para qualquer sociedade, porque um cidadão munido desse conhecimento sabe reconhecer a gravidade da situação e actuar, usando os serviços de emergência de uma forma ponderada e responsável, logo essa formação devia ser obrigatória no ensino oficial, um investimento com retorno garantido para o cofres do estado.

Actualmente as imposições legais obriga que muitas empresas tenham profissionais com formação na área dos primeiros socorros, como muitos cidadãos procuram essa formação como complementos dos seus conhecimentos e cultura geral, situação que fez que existisse um aumento de empresas a administrar formação na área dos primeiros socorros em Portugal.
A falta legislação nessa área está abrir precedentes graves na formação administrada a esses cidadãos, onde actualmente existe cursos de primeiros socorros para todo tipo de gostos e feitios, empresas ou mesmo simples curiosos administram formação sem estarem creditados nem habilitados por nenhum organismo público, onde se ensina técnicas de primeiros socorros sem qualquer critério e erradamente, enganando as pessoas que procuram conhecimento e pondo em causa a saúde de quem necessita de ajuda.

Para por cobro a essa situação existe a necessidade de o governo publicar legislação nacional, inicialmente seria útil credenciar essas empresas e formadores, e definir os vários cursos de primeiros socorros por moldes, com carga horária e a formação a ser administrada aos formandos, somente assim se poderá acabar com as ilegalidades existentes na formação de primeiros socorros em Portugal.
Autor Fénix

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Uma tragédia anunciada.

Portugal não se preparou para o flagelo dos incêndios florestais que se avizinha, o Inverno foi rigoroso, fez que aumentar de uma forma anormal a vegetação como destruiu a grande maioria dos caminhos rurais, mas ninguém se preocupou a limpar nem reparar nada, muitos caminhos ainda se encontram obstruídos ou danificados desde do Inverno de 2009, muitos deles simplesmente deixaram de existir, a mãe natureza tomou conta daquilo que sempre foi dela.

As campanhas de sensibilização são inexistentes e o ornamento florestal não passa das gavetas das secretarias de muita boa gente, onde se continua misturar zonas habitacionais e industriais com florestas e matos, uma mistura urbanística cativante, onde viver com a floresta é saudável e recomendável, até que o mal bata à porta, depois é tarde, uma vida reduzida a cinzas em poucos minutos.

Este ano vai ser “um ano difícil na temática dos incêndios florestais”, assim já os políticos afirmam, como se já adivinhassem uma tragédia anunciada, um cruzar de braços das más políticas existentes, onde a palavra prevenção é normalmente esquecida, nunca passa dos papéis, porque nem convêm, principalmente aos políticos que ocupam muitos cargos nacionais, que tem o rabo preso por não cumprem aquilo que a lei obriga, e se eles não cumprem muitos menos podem exigir que os privados cumpram a lei.

Fotografia de Ana J.Ribeiro

Autor : Fénix

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Incompreensível.

Um acidente ocorrido na rua Marquês da Fronteira em Lisboa.
No local compareceram as equipas de socorro do RSB e do INEM.

Será que é foi isso que aprenderam na sua formação?

Foto de Manuel Moreira CM

Fénixhttp://voo-da-fenix.blogspot.com/

terça-feira, 25 de maio de 2010

Défices excessivos?


As Associações Humanitárias de bombeiros são na sua esmagadora maioria parceiros directos do estado e não podem sobreviver acumulando défices excessivos.

Rui Pereira

Ministro da Administração Interna.

Somente existe duas hipóteses das Associações Humanitárias de Bombeiros reduzirem o défices excessivos, a primeira é cortar na despesa, como o estado esta a actualmente a fazer em todos organismos públicos, isso seria cortar com a grande maioria dos serviços existentes com o seu maior parceiro directo, que é o estado português, que paga mal, com valores simbólicos que não cobrem a despesa, ainda por cima paga tarde e a más horas. A segunda hipótese é exigir ainda mais da mão-de-obra voluntária, mas com a política de incentivos aos bombeiros voluntários que nunca existiu, mesmo quando as vacas gordas davam leite, dificilmente conseguira adoçar a boca a eles.

Talvez um dia quando os Bombeiros portugueses cortarem com os défices excessivo, iremos criar outro muito grande, tão grande onde o Ministro Rui Pereira com o seu orçamento de 2200 mil milhões de euros ira ser somente um aperitivo indigesto do bicho insaciável que criou que já esta alimentar e cada vez mais, em determinem-to dos outros parceiros directos que tiveram sempre ao seu lado nos bons e maus momentos.
Fénix

sábado, 22 de maio de 2010

- Pai! Quanto o Sr. Ganha por hora fazendo ECIN?


Um menino filho de um Bombeiro voluntario, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando ele chega a casa:

- Pai! Quanto o Sr. Ganha por hora fazendo ECIN?

- Um euro e setenta cêntimos.

- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um euro?

O pai, admirado pela atitude do seu próprio filho, respondeu:

- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho?

Vai dormir, menino!

Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado.

Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar alguma coisa.

Querendo descarregar sua consciência , foi até o quarto do filho e, em voz baixa, perguntou:

- Filho, está dormindo?

- Não pai! (respondeu o sonolento filho)

- Olha aqui está o dinheiro que me pediu, um euro.

- Muito obrigado, pai! (disse o filho, levantando-se e retirando setenta sentimos de uma caixinha que estava sob a cama).

Agora já completei, Pai! Tenho um euro e setenta cêntimos. Poderia me vender uma hora de seu tempo?

Para reflectir:

"Será que estamos dedicando tempo suficiente aos nossos filhos?"

Autor Fénix (texto adaptado a realidade dos bombeiros voluntários portugueses).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

NE para Células Sanitárias


A união europeia prepara-se para regulamentar em espaço europeu as células sanitárias das ambulâncias.

A legislação existente no espaço europeu sobre o encorroçamento das células sanitárias das ambulâncias encontra-se dispersa é escaca e ou inexistente em muitos países na comunidade europeia. Os veículos são normalmente simples furgões de carga, onde as marcas dos veículos somente aplicam segurança passiva na cabine do veículo, onde existem ocupantes, porque na zona de carga não devia existir pessoas.

Actualmente todo tipo furgões pode ser ambulâncias, empresas de encorroçamento de ambulância transformam o espaço de carga em células sanitárias, pondo em causa a segurança das vítimas transportadas e das tripulações das ambulâncias, porque as zonas de carga não tem qualquer reforço adicional e os materiais usados nas construções das células sanitárias como o da fixação do material é muitas das vezes de fraca resistência, onde em caso de ocorrer um acidente com a ambulância originam ferimentos graves ou a morte das vítimas e das tripulações da ambulância.

Antevendo a saída da respectiva norma europeia que irá regulamentar o fabrico das células sanitárias no espaço comunitário, uma empresa portuguesa conceituada no mercado nacional e internacional, com a colaboração de diversas marcas de veículos, já tem preparados cerca uma dezena de células sanitárias para irem para laboratórios europeus para serem testadas em testes de colisão, para serem analisados a resistência dos materiais de construção e estrutura dos veículos que compõem as células sanitárias, onde dará a origem a células sanitárias com melhor segurança para os ocupantes.

Num futuro próximo teremos ambulâncias mais seguras, onde o importante é a segurança do doente e das tripulações e não o interesse de quem as compra.

Autor Fénix

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Será este desejo do filho de um bombeiro???



Sim e muito mais.

Os Bombeiros voluntários muitas das vezes põem os bombeiros à frente da sua família, são levados a isso pela pressão psicológica que os comandos dos corpos de bombeiros exercem sobre os seus homens, para que eles abdiquem ainda mais das suas famílias e do seu tempo de laser em prol dos bombeiros, mas quando devemos ser reconhecidos e compensados pelos sistemas de socorro, somos esquecidos e ignorados.

Os nossos filhos são os primeiros a notar que o seu pai é diferente dos outros pais, enquanto os outros pais depois do trabalho estão em casa brincar com eles, a fazer companhia, dar carinho, contar histórias, aconchegar os lençóis e dar um beijo de boas noites, o seu pai muitas das vezes está de piquete ou está em formação, quando ele chega a casa já o seu filho dorme um sono profundo, sonha com as brincadeiras inexistente que devia ter com o seu pai.

No Verão, enquanto os outros pais vão para a praia ou para o campo para se dedicarem em fazer actividades de laser com os seus filhos durante as férias, o seu pai esta a trabalhar nos bombeiros, fechado no quartel á espera que haja fogo, além disso ainda tem que fazer o seu piquete, ir a formação e quando o telefone ou a sirene do quartel toca, abandona mais uma vez o seu lar.

As crianças também vêem e sentem, que o seu pai bombeiro é um pai ausente, como muitos outros pais, mas os outros pais compensam trazendo as mãos cheias de coisas boas enquanto o pai bombeiro traz as mãos cheias de nada, muitas das vezes ainda tira do escaco rendimento familiar dinheiro para pagar a farda que estragou.

É por isso e por outras é que por outras não faço ECIN por 1.70 euros por hora, fico em casa porque ganho muito mais.
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domingo, 16 de maio de 2010

Mal-estar na ENB


A entrada da nova direcção na Escola Nacional de Bombeiros não esta a ser pacifica.

A má relação foi sentida logo no inicio, existem problemas complexos com os formadores internos da ENB, onde se vive actualmente um clima tenção entre a actual direcção e os formadores internos.

Mas como não bastaste, o alvo da direcção da ENB voltou-se para os formadores extremos da ENB, o Director Dr. Joaquim Marinho, responsável pela formação da ENB, a alguns meses atrás rescindiu os contratos com os formadores extremos que trabalhavam nos CDOS ou outros centros sobre administração da ANPC, incluindo todos formadores externos que pertenciam à FEB, que momento para o outro receberam uma simples carta a rescindir o seu contrato com a ENB.

Mas as coisas não pararam por ai, muitos formadores externos da ENB, oriundos dos corpos de bombeiros, também viram os seus contratos rescindidos por não terem administrado no mínimo quatro formações nos últimos 18 meses, uma clausula que não consta nos respectivos contratos celebrados entre a ENB e os formadores extremos, e é desconhecida pelos formadores externos, porque nunca foram informados desses objectivos por parte da direcção da ENB, existem casos que formadores que deram mais formação que a exigida e viram os seus contratos recendidos pela ENB.

A ENB simplesmente esqueceu das centenas de formadores externos que durante mais de uma década foram a imagem da ENB, fazendo chegar formação em diversas áreas aos bombeiros portugueses de norte a sul dos país, onde a grande maioria dessa formação foi dada gratuitamente, sem custos, quer para os corpos de Bombeiros quer para ENB, mas falta apurar se a ENB teve algum retorno financeiro dessa formação, porque essa formação é co-financiada pelo Fundo Social Europeu e pelo Ministério da Segurança Social e do Trabalho.

Se os formadores não dão formação é porque a ENB não lhe manda dar formação, muitos formadores extremos criticam a actual e as anteriores direcções da ENB, dizendo que a ENB somente se interessa por eles para dar formação gratuita, porque raramente ou nunca são accionados pela ENB para darem formação renumerada pela ENB, mas no entanto muitos bombeiros desesperam por formação.
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terça-feira, 11 de maio de 2010

São Pedro condiciona o DECIF


O Dispositivo Especial Combate incêndios Florestais deste ano no distrito de Lisboa esta condicionado à boa vontade de São Pedro.


A fase Bravo programada para iniciar em 15 de Maio no distrito de Lisboa somente iniciara quando as condições climáticas foram propícias a ocorrência a incêndios florestais.

Por de traz dessa decisão esta a necessidade da ANPC reduzir despesa, e a melhor forma é cortar nos bombeiros portugueses, até lá os comandos dos corpos de bombeiros vêem-se obrigados a elaborar a respectivas escalas e esperar que a ANPC dê ordem de inicio da fase Bravo.

Tudo indica que depois de iniciado o dispositivo não existira interrupções, mas nada é garantido na ANPC, porque se a moda pega, teremos o DECI condicionado aos caprichos de São Pedro, onde os homens são mandados para casa sem ganhar nada, somente regressando quando existir condições propícias a ocorrência a incêndios florestais.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Peregrinos sem assistência.

Os peregrinos que deslocam-se ao santuário de Fátima para pagarem as suas promessas queixam-se de falta de assistência.


Percorrem centenas de quilómetros a pé desde das suas habitações de todos os pontos de país, e muitos postos de assistência conhecidos pelos peregrinos durante vários anos deixaram de existir, locais habituais de paragens para tratamentos das pequenas sequelas das longas marchas.

A assistência somente é encontrada nos limítrofes do Santuário de Fátima, onde a sua concentração de postos de assistência é uma feira de vaidade, onde cada um mostra o que tem e o que não tem.

Quando não existia INEM e ANPC  que coordenam a assistência as peregrinações ao Santuário de Fátima, as coisas estavam melhor, existia vários postos montados por diversas entidades ao longo dos principais troços de peregrinação, em vez de estarem todos concentrados em massa na periferia do Santuário, onde simplesmente os peregrinos ignoram, dizendo.

-Agora! Aguento mais um pouco e acabo a minha peregrinação.

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sábado, 8 de maio de 2010

Indignado

Como Bombeiro voluntário sinto-me indignado com esse país, principalmente com as cúpulas responsável pelo socorro em Portugal.


No Dispositivo Florestal Combate a Incêndios , a Autoridade Nacional de Protecção Civil paga aos bombeiros que fazem parte do DFCI 1.70/hora, valor que não é actualizado á décadas.

Depois vemos o Instituto Português da Juventude no Programa Voluntário Jovem Para as Florestas 2010, um programa para a defesa das florestas, a requisitar jovens voluntários para desenvolver actividades que vão desde da vigilância móvel e fixa das florestas e a sensibilização das populações e limpeza dos parques de merendas, onde cada elemento recebe 12 euros por períodos de trabalho de que não podem exceder cinco horas e trinta minutos diários, recebendo 2.40 euros por hora.

Essa situação e outras situações mais graves conhecidas e denunciadas publicamente, onde existe uma clara diferenciação de tratamento entre entidades, fazem que os argumentos fundamentados pela ANPC e pelas estruturas dos bombeiros para manter o actual valor pago aos bombeiros não tenha qualquer fundamento, criando um grande mal-estar dentro dos quartéis de Bombeiros constantemente omitidos da opinião pública.

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