sábado, 7 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Alteração das áreas de atuação próprias dos bombeiros.
Em 2012 o governo irá proceder com a reestruturação da
administração local, onde irão ser extintas cerca de 1000 a 1500 freguesias e
um número ainda não especifico de concelhos.
Essa reestruturação levará a alteração das áreas de atuação
próprias de muitos corpos de bombeiros, onde em muitos concelhos irá existir
mais que um corpo de bombeiros, situações idênticas em muitas freguesias.
Não será pacifica as alterações das áreas de atuação próprias dos corpos
de bombeiros, uma situação que poderá ter consequências complexas, porque
normalmente as AAP dos corpos de bombeiros são determinadas sobre a área
geográfica do território do concelho ou da freguesia, onde a passagem de uma
localidade para outra freguesia ou concelho leva que essa areá passe para a outra areá de atuação própria de outro corpo bombeiros.
Mais salários em atraso e transporte de doentes em risco
O DIÁRIO avança
hoje com a notícia de que os incumprimentos do SESARAM para com a Empresa de
Serviço de Bombeiros da Madeira poderão vir a interromper o transporte de
doentes, uma situação complicada que é abordada em detalhe nesta edição. Para
piorar tudo, os 74 funcionários desta empresa têm o salário de Dezembro em
atraso.
Não são os
únicos. Na secção de Desporto, é focada a situação dos jogadores da Camacha,
que dizem até "ter fome" por causa dos salários em atraso, que já vão
em quatro meses.
Outros temas
abordados são a situação do edifício do 'Minas Gerais', que foi desbloqueada: a
Câmara do Funchal levantou o embargo e o empresário demolirá o último andar e
parte do rés-do-chão.
Também a
entrevista de ontem ao presidente do Governo Regional à RTP-Madeira foi alvo da
atenção do DIÁRIO: Alberto João Jardim mostrou-se convicto da sua razão,
associou os jornalistas que o entrevistavam e outros à 'oposição', mas não
revelou certezas sobre nenhuma das matérias da sua governação e mostrou-se
convencido de que os preços até vão baixar, na conjuntura actual.
Outras matérias
abordadas são, por exemplo, na secção cultural, o caso do maestro Rui Massena,
que vai acumular com o cargo de director do Conservatório de Música da Madeira
a direcção pedagógica da instituição, mas que já começa 2012 faltando à
primeira reunião.
Por outro lado,
a Lagoa do Santo da Serra ainda está em obras, sem água nem utilidade para os
agricultores. É outra questão a merecer a atenção dos nossos jornalistas.
As turistas
dinamarquesas que tinham desaparecido foram encontradas sem vida. Terão caído
por uma ribanceira, a partir da Levada dos Piornais. A situação é explicada com
todos os pormenores.
Estes e muitos
outros temas podem ser lidos na edição do DIÁRIO de hoje.
Fonte
Dnoticia.pt
Fénix
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Corporações de bombeiros de Sintra e Amadora retomam transporte de doentes na quinta-feira
Lisboa, 04
jan (Lusa) - As corporações de bombeiros de Sintra e Amadora levantaram ao
início da noite de hoje a suspensão do serviço de transporte de doentes não
urgentes, a retomar na quinta-feira, após um entendimento "provisório"
com a Administração Regional de Saúde.
Segundo o
presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Lisboa, António Carvalho, a
Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo aceitou hoje, durante
uma reunião, o pagamento deste serviço com os preços praticados até novembro,
altura em que entrou em vigor a nova plataforma de transporte de doentes.
O
responsável adiantou que este é um acordo transitório, até se conhecerem as
conclusões do grupo de trabalho nomeado pelo Ministério da Saúde. O serviço de
transporte de doentes não urgentes em Sintra e Amadora é retomado na
quinta-feira, referiu António Carvalho.
Fonte : Lusa
Fénix
Bombeiros marcham sobre Lisboa
Os bombeiros
voluntários do País vão marchar na próxima segunda-feira em protesto no
Terreiro do Paço para contestar a retirada dos benefícios que abrangiam estes
operacionais e mostrar indignação pelo tratamento a que têm sido sujeitos nos
últimos anos.
"O Governo Português exige aos bombeiros voluntários
que tenham níveis mínimos de disponibilidade e por essa exigência nada dá em
troca. Qualquer dia teremos que pagar para ser bombeiros", desabafa o
presidente da Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários, que promove o
protesto agendado para a próxima segunda-feira. Rui Silva lembra que "um
cidadão só é bombeiro voluntario pela enorme vontade de o ser, já que o saldo
do exercício deste acto cívico é unicamente favorável ao Governo, que tudo exige
e nada retribui aos que voluntariamente desempenham uma actividade que é da sua
inteira responsabilidade assegurar". Os bombeiros lembram que aos
voluntários "foram impostas pelo Estado 300 horas de serviço mínimo sem
nada em troca. Nem assistência médica", lamenta Rui Silva.
Em causa está o Estatuto Social do Bombeiro e o pagamento de taxas
moderadoras no Serviço Nacional de Saúde, "a única regalia transversal a
todos os bombeiros voluntários portugueses". A APBV considera que "o
Governo faz tábua rasa do único benefício que era dado aos bombeiros em
reconhecimento pelas missões de protecção e socorro". Missões "que
são da responsabilidade do Estado que em caso de falta dos voluntários terá uma
muitíssimo maior despesa".
O dirigente recorda que "a isenção das taxas moderadora não é
uma regalia, é um direito" e explica que "se os voluntários saírem
para um incêndio e se magoarem têm seguro ,mas se fizermos uma emergência pré
hospitalar e contrair-mos uma lesão teremos que recorrer às urgências e suportar
os custos".
Fonte DN
Fénix
A união faz a força.
A suspensão dos transportes de
doentes não urgentes efectuada pelos corpos de bombeiros do concelho de Sintra
e Amadora, mostra que os bombeiros conseguem unir-se quando querem, e sabem
lutar, sabendo que essa luta irá custar graves danos e financeiros e humanos,
principalmente com a amaça de despedirem pessoas e colocar em causa a
mobilidade dos doentes.
È de salientar se manterem as
actuais imposições do Ministério da Saúde em relação ao transporte de doentes
não urgentes, esse serviço irá por acabar nos bombeiros, porque é insustentável
financeiramente, e não cabe aos bombeiros suportarem financeiramente esse
serviço, mas sim ao Ministério da Saúde, se não existir alteração às imposições
do MS, os bombeiros abandonaram esse serviço em muito curto espaço de tempo, quer
a bem quer a mal.
Com o fim desse serviço, os corpos
de bombeiros ficaram sem sustentabilidade financeira para a estrutura de
socorro, porque as verbas existentes do Ministério da Administração Interna não
cobre a despesa do socorro, assim se percebe que o problema é muito mais grave
e complexo do que os responsáveis por tal situação querem transparecer para a
opinião pública.
Caberá aos órgãos governamentais
se pronunciar publicamente e definirem o que querem fazer para esse sector.
Fénix
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
9 de Janeiro de 2012, Manifestação dos bombeiros portugueses.
Comunicado da Direcção da APBV
30 Dezembro 2011
A Direcção da Associação Portuguesa dos Bombeiros
Voluntários, APBV, tem vindo a acompanhar a terrível situação a que têm estado
sujeitas as Associações Humanitárias de Bombeiros e consequentemente os seus
Corpos de Bombeiros, assim como os Bombeiros enquanto indivíduos e
cidadãos.
É certo que não se pode apontar o dedo unicamente aos “Outros” pelo estado em que estão as AHB, dentro destas também se encontram alguns dos culpados, quer ao nível Directivo, quer ao nível do Comandamento, mas no entanto existem neste “teatro de operações” inocentes, que em nada contribuíram para este facto e por ironia do destino são as principais vítimas, os Bombeiros Voluntários.
A Direcção da APBV, desde a entrada em funções do actual Governo tem mantido um estreito diálogo com a Secretaria de Estado da Administração Interna e com o Exmo. Sr. Secretario de Estado e seu Staff, temos colaborado em tudo aquilo que nos é possível, apresentando ideias, soluções, enfim opções.
No entanto o resultado dessa mesma colaboração parece ser “unidirecional” ou seja não tem tido o devido retorno por parte da SEAI, naquilo que nos parece óbvio, pois não basta ter reuniões e no fim o resultado ser o protelar no tempo as decisões ou mesmo decidir em contrário aos interesses dos envolvidos ou em última instância contrário aos interesses do Estado Português.
Não é explicável que no Ano Europeu do Voluntariado, se tomem decisões que colocam em causa quer aqueles que já “doam” esse serviço à Comunidade, como ainda leva à retracção de novos aderentes a este importante serviço cívico, que é o exercício da função de Bombeiro Voluntário.
Assim a Direcção da APBV, aguardou até ao dia 29 de Dezembro, dia em que se realizaria a última reunião na SEAI, na qual se esperava uma possível resposta às sugestões que foram apresentadas, quer no que diz respeito à revisão do Decreto-Lei 241/07 que ao tão badalado Decreto-Lei 113/11, já que este último fere de morte o primeiro, pois definitivamente deixara de haver um “Estatuto Social do Bombeiro”, mas sim um regime “obrigacional” para se poder exercer Voluntariamente a função de Bombeiro em Portugal.
Assim e contra qualquer exemplo a nível mundial, o Governo Português exige aos Bombeiros Voluntários que tenham “níveis mínimos” de disponibilidade e por essa exigência nada dá em troca.
Neste momento um Cidadão, só é Bombeiro Voluntario, pela sua enorme vontade de o ser, já que o saldo do benefício do exercício deste acto cívico é clara e unicamente favorável ao Governo, pois todo exige e nada retribui, àqueles que Voluntariamente desempenham uma actividade que é da sua inteira responsabilidade assegurar e para a qual os Portugueses contribuem com os seus impostos, ora isto torna os Bombeiros Voluntários duplamente credores, pois pagam para ter um serviço de socorro e executam o mesmo sem que o Governo lhes reconheça algum valor.
Assim sendo não resta outra solução à APBV e à sua Direcção, se não manifestar a sua indignação por este abuso de confiança, exercido sobre os Bombeiros Voluntários enquanto indivíduos e cidadãos deste nobre País.
É claro que esta tomada de posição se efectua depois de enumeras tentativas de solução, não sendo claramente um acto intempestivo ou prepotente, sendo também claro que o fazemos com uma profunda mágoa, pois a última coisa que pretendíamos seria a exposição pública desta nossa tomada de posição, mas não nos resta outro caminho.
Por isso a Direcção da APBV convoca todos os Bombeiros Voluntários, independentemente de serem seus associados ou não, a estarem presentes, numa acção de protesto a realizar no dia 9 de Janeiro de 2012, no terreiro do Paço em frente ao MAI/SEAI, a começar pelas 18 horas.
A acção não visa a arruça nem a desordem, pois os Bombeiros Voluntários não são nem arruaceiros, nem desordeiros, os Bombeiros Voluntários são cidadãos e como tal tem o pleno direito de demonstrar ao Governo a sua indignação pelo tratamento a quem sido sujeitos nestes últimos anos.
No entanto esta indignação será tanto maior quanto maior for o número de presentes, como tal, solicitamos a todos aqueles que possam estar presentes, que depois do seu dia de trabalho, se dirijam ao Terreiro do Paço e juntos possamos nos manifestar e caso assim o entendamos, organizar novas jornadas de indignação quer através da manifestação pública quer através de outro expediente que de um modo cívico possa “alertar” o Governo para os nossos problemas.
Uma coisa, poderemos desde já garantir, o Presidente e o Vice-Presidente da APBV, estarão presentes e darão a cara por esta manifestação, assumindo assim não a liderança do acto, mas sim as suas responsabilidades enquanto Dirigentes da Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários.
Dia 8 de Janeiro de 2012, esperamos contar com a Vossa presença, demonstrando claramente que ser Bombeiro Voluntário não é o que fazemos, mas sim o que SOMOS,
P’la Direcção da APBV,
Rui Moreira da Silva, Presidente
António José M.N. Calinas, Vice-Presidente
Fénix
Protecção Civil dá viaturas e dez milhões a bombeiros
A Autoridade Nacional de Protecção Civil
(ANPC) divulgou ontem o reforço das corporações de bombeiros, quer em meios
materiais, quer em verbas monetárias. Assim, além da entrega de viaturas, a
realizar hoje, a ANPC anunciou a entrega de 10.563.429 euros às corporações,
para pagar despesas.
Os últimos quatro veículos do programa
‘Prevenção e Gestão de Riscos’ vão ser entregues hoje aos Bombeiros de Borba,
Moita e Barreiro e ao Município de Olhão. Este ano, a ANPC atribuiu 78 viaturas
operacionais aos corpos de bombeiros.
Quanto à verba desbloqueada pelo Governo,
a mesma servirá para selar compromissos das associações humanitárias. Em 2011,
a ANPC entregou já 20.633.369,16 euros.
Fonte Correio da Manhã
Fénix
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
SGTD, o fim do serviço de transporte de doentes não urgentes nos bombeiros.
O programa informático Sistema de
Gestão de Transporte de Doentes, “SGTD” criado pelo Ministério da Saúde, impõe
novas normas ao transporte de doentes, onde permite que o Ministério da saúde
não pague o retorno do doente, obrigando que ambulâncias e tripulações fiquem á
espera do doente nas unidades da saúde, pagando com isso um valor pelo tempo de
espera.
Uma situação que motivou que as
corporações dos concelhos de Sintra e da Amadora suspendessem a partir de
Janeiro esse tipo de serviço, uma decisão que irá estender-se ao resto do país,
porque os preços que o Ministério da Saúde paga não dá para manter esse serviço
nos corpos de bombeiros.
Uma decisão que vem a publico no
dia em que a Liga dos Bombeiros Portugueses se reúne com o Ministério da saúde,
onde uma das principais questões agendadas na reunião é o SGTD, um sistema que
altera por completo as normas de funcionamentos desse tipo de serviço.
O serviço de transporte de
doentes não urgentes depende unicamente do número dos serviços que os corpos de
bombeiros fazem e daquilo que recebem por cada serviço para o fazer, não
depende de nenhum subsídios que os bombeiros recebem do governo.
Se os nossos governantes não
tomarem medidas profundas nesse sector, muito em breve não estará somente em
causa o serviço de transporte não urgente, mas todo o serviço de socorro a
nível nacional.
Fénix
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Bombeiros de Sintra e Amadora suspendem transporte de doentes não urgentes.
As dez corporações
de bombeiros de Sintra e Amadora suspendem, a partir de 4 de Janeiro, o serviço
de transporte de doentes não urgentes.
As direcções dos corpos de bombeiros deliberaram "por unanimidade" suspender este serviço até que a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) "altere procedimentos" de pagamentos, disse à agência Lusa o presidente da direcção da associação de bombeiros de Agualva-Cacém, Luís Silva.
As corporações alegam que o novo Sistema de Gestão Transportes de Doentes da ARSLVT, que instituiu novas regras no pagamento, retirou aos bombeiros a sua "mais importante receita", provocando quebras de facturação na ordem dos 70% .
Segundo o presidente da direcção da associação de bombeiros de Agualva-Cacém, "desde Setembro, que a Administração Regional de Saúde alterou regras de pagamento do serviço de transporte de doentes não urgentes, não contemplando o retorno do doente transportado às unidades hospitalares e alterando o preço por quilómetro".
"Nesta altura, a taxa de saída das ambulâncias com um utente é de 7,5 euros. Os restantes utentes pagam 1,5 euros. Como a ARS não paga o retorno, acabamos por estar a transportar pessoas a 75 cêntimos. Isto não dá nem para o combustível", sublinhou, argumentando, de seguida: "Cada tripulação de dois homens custa, no mínimo, dez euros à hora".
O responsável adiantou, também, que o serviço de transporte de doentes não urgentes contempla o transporte de doentes para tratamentos, consultas, fisioterapia e hemodiálise, estando suspensos apenas os serviços contratados pela ARSLVT.
Hoje, a Liga Do Bombeiros participa numa reunião do grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para debater esta questão.
As direcções dos corpos de bombeiros deliberaram "por unanimidade" suspender este serviço até que a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) "altere procedimentos" de pagamentos, disse à agência Lusa o presidente da direcção da associação de bombeiros de Agualva-Cacém, Luís Silva.
As corporações alegam que o novo Sistema de Gestão Transportes de Doentes da ARSLVT, que instituiu novas regras no pagamento, retirou aos bombeiros a sua "mais importante receita", provocando quebras de facturação na ordem dos 70% .
Segundo o presidente da direcção da associação de bombeiros de Agualva-Cacém, "desde Setembro, que a Administração Regional de Saúde alterou regras de pagamento do serviço de transporte de doentes não urgentes, não contemplando o retorno do doente transportado às unidades hospitalares e alterando o preço por quilómetro".
"Nesta altura, a taxa de saída das ambulâncias com um utente é de 7,5 euros. Os restantes utentes pagam 1,5 euros. Como a ARS não paga o retorno, acabamos por estar a transportar pessoas a 75 cêntimos. Isto não dá nem para o combustível", sublinhou, argumentando, de seguida: "Cada tripulação de dois homens custa, no mínimo, dez euros à hora".
O responsável adiantou, também, que o serviço de transporte de doentes não urgentes contempla o transporte de doentes para tratamentos, consultas, fisioterapia e hemodiálise, estando suspensos apenas os serviços contratados pela ARSLVT.
Hoje, a Liga Do Bombeiros participa numa reunião do grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para debater esta questão.
Fonte Renascença.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
INEM admite acabar com missões nocturnas de helicópteros
O presidente do INEM admite acabar com as missões nocturnas de três dos cinco helicópteros, actualmente destinadas à emergência médica. Em entrevista à Agência Lusa, Miguel Soares de Oliveira explica que os aparelhos custam dez milhões de euros por ano, mas a sua produtividade é muito reduzida durante a noite.
Fénix
Agentes de autoridade sem formação na área de primeiros socorros.
A grande maioria dos agentes de
autoridade em Portugal não tem qualquer conhecimento na área dos primeiros
socorros, muitos deles não sabe efectuar uma simples chamada de socorro.
Uma lacuna grave na formação dos
agentes de autoridade, onde esses agentes autoridade são muitas das vezes os
primeiros a chegar aos locais dos acidentes, deparam-se com vítimas em estado
grave, onde sem conhecimento e equipamento básico de primeiros socorros, ficam
aguardar a chegada de meios de socorros, assistindo muitas das vezes a morte
das vítimas por falta de quem as possa socorrer.
Devia ser obrigatória formação na
área dos primeiros socorros para todos os agentes de autoridade, principalmente
para a GNR e PSP, como a obrigatoriedade de existência de malas de primeiro
socorro nas esquadras e nas viaturas.
O pré-socorro é uma fase do SIEM, onde se pretende que alguém
faça actos de primeiros socorros até á chegada dos meios de socorro, e os
agentes de autoridade devem actuar, podendo salvar muitos cidadãos de uma morte
quase certa.
Foto APBV
Fênix
domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Profissionais dos corpos de bombeiros Voluntários sem seguro de acidentes profissionais.
A grande maioria dos
profissionais dos corpos de bombeiros voluntários podem estar por conta e risco
em caso de sofrer um acidente de trabalho na grande maioria das missões atribuídas
a actividade de Bombeiro.
O problema deve-se que a grande
maioria dos corpos de bombeiros associativos tratar os seus profissionais como
meros assalariados, fazendo contratos de trabalho com categorias profissionais
como maqueiros, telefonistas, administrativos mecânicos, socorristas ou outras
actividades, menos de bombeiro.
Mas toda agente sabe que esses
elementos depois durante a sua actividade profissional são bombeiros, actuando
em diversas áreas do socorro, como incêndios florestais, urbanos, industriais,
acidentes rodoviários etc.
O problema é em caso ocorrer um
acidente de trabalho durante essas missões de socorro, o seguro a de acidente profissional
recusa-se a pagar qualquer valor ao bombeiro, porque dificilmente se entende o
que andava afazer um maqueiro, telefonista, etc., durante o seu horário de
trabalho a fazer num incêndio urbano ou outro tipo de ocorrência fora da sua
actividade contratual?
Actualmente existem vários
bombeiros profissionais dos corpos de bombeiros associativos que sofreram acidentes
de trabalho durante o seu horário de trabalho, onde as associações estão a
suportar todas as despesas, porque o seguro de acidentes pessoais simplesmente
não paga nada.
O mais grave de tudo é que a Liga
dos Bombeiros Portugueses, Associação dos Bombeiros Profissionais e directores
das associações de bombeiros sabem desse problema e continuam a não fazer nada,
porque os valores dos seguros são consideravelmente mais baixo para a actividade
contrato de maqueiro ou telefonista do que um contrato de um seguro para a
actividade de bombeiro.
Fénix
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Veículo de combate a incêndios
Este veículo de combate a incêndios foi concedido pelos militares da unidade Jungenthal Fire Commander para o combate a incêndios florestais, poços de petróleo, aeroportos e incêndios em petroquímicas.
O foi adaptado um veiculo tanque leopardo 1 do exercito uma tecnologia especializada em extinção de incêndios. O veículo tem capacidade de 11.000 litros de água e 600 litros de espuma.
Fénix
O foi adaptado um veiculo tanque leopardo 1 do exercito uma tecnologia especializada em extinção de incêndios. O veículo tem capacidade de 11.000 litros de água e 600 litros de espuma.
Para reflectir.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
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